
Transes, Possessões e Poder Sobrenatural: As Visionárias do Século XIX e o Enigma de Ellen White
Descubra uma análise teológica dos transes e visões de Ellen White, questionando a origem de seu poder sobrenatural sob a luz bíblica. Leia e reflita.
O século XIX testemunhou uma explosão sem precedentes de mulheres alegando experiências sobrenaturais através de transes, visões extáticas e possessão espiritual. A historiadora Ann Taves, em sua obra seminal Fits, Trances, & Visions (1999), documenta este fenômeno cultural que transcendeu fronteiras denominacionais e sociais. Ellen G. White, cofundadora da Igreja Adventista do Sétimo Dia, representa o caso mais bem documentado — e mais perturbador — deste fenômeno. Este artigo examina: (1) por que mulheres do século XIX se aventuravam em experiências sobrenaturais, (2) os padrões físicos e psicológicos dos transes visionários, (3) as manifestações específicas e extremas de Ellen White, incluindo seu poder de derrubar opositores e controlar terceiros, e (4) as forças externas envolvidas nestes fenômenos.
I. O Fenômeno das Visionárias: Por Que Mulheres?
A. A Tese de Ann Taves
Ann Taves estabelece que o século XIX americano foi marcado por uma epidemia de experiências extáticas femininas. De metodistas a espiritualistas, de shakers a adventistas, mulheres reivindicavam:
Transes catalépticos — perda total de consciência e controle corporal
Possessão espiritual — entidades (anjos, espíritos, Deus) assumindo controle da mente e corpo
Visões extáticas — visualização de cenas celestiais, infernais ou proféticas
Fenômenos físicos — rigidez corporal, ausência de respiração, força sobrenatural
Revelações divinas — mensagens, profecias e doutrinas recebidas diretamente "de cima"
Taves argumenta que experiências extáticas ofereceram às mulheres do século XIX um caminho alternativo para autoridade religiosa em uma época que lhes negava ordenação, púlpitos e voz teológica. Ao afirmarem "Assim diz o Senhor", elas não falavam como mulheres — mas como porta-vozes divinas.
B. As Três Razões Primárias
1. Exclusão de Papéis de Liderança Formal
No século XIX, mulheres eram sistematicamente excluídas de autoridade eclesiástica. Não podiam ser ordenadas, não podiam pregar oficialmente, não podiam ensinar doutrina. Experiências extáticas contornavam estas restrições — se Deus falava através de uma mulher, criticá-la era criticar Deus.
2. Ideologia Vitoriana da "Superioridade Espiritual Feminina"
A cultura vitoriana promovia paradoxo ideológico: mulheres eram vistas como intelectualmente inferiores mas espiritualmente superiores. Visionárias apropriaram-se desta ideologia — sua "fragilidade física" as tornava receptáculos ideais para o divino, sua "pureza moral" as qualificava como mediadoras entre céu e terra.
3. Necessidade de Agência e Voz
Experiências sobrenaturais ofereciam plataforma pública, autoridade epistêmica, comunidade de seguidores e sustento financeiro. Médiuns e visionárias do século XIX conseguiam ganhar a vida através de palestras públicas, vendas de livros de revelações e doações de seguidores.
II. Ellen G. White: O Caso Mais Extremo e Bem Documentado
A. Primeira Visão (Dezembro 1844): O Padrão Estabelecido
Ellen Harmon, 17 anos, descreve sua primeira visão:
"Enquanto eu estava orando no altar da família, o Espírito Santo caiu sobre mim, e eu parecia estar subindo cada vez mais alto, muito acima do mundo escuro... Quando desci à terra, ela parecia escura e sombria. Virei-me para procurar o povo do Advento no mundo, mas não conseguia encontrá-los, quando uma voz me disse: 'Olhe novamente, e olhe um pouco mais alto.'"
[Fonte: Ellen G. White, Early Writings, p. 13. Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1882]
Continuando sua descrição:
"Depois que saí da visão, tudo parecia mudado; uma escuridão se espalhou sobre tudo o que eu contemplava. Oh, como este mundo parecia escuro para mim. Chorei quando me vi aqui, e senti saudades de casa. Eu tinha visto um mundo melhor, e isso havia estragado este para mim."
[Fonte: Ellen G. White, Early Writings, p. 19]
"Depois que saí desta visão, fiquei extremamente perturbada. Minha saúde era muito fraca, e eu tinha apenas dezessete anos. Eu sabia que muitos tinham caído por exaltação, e sabia que se de alguma forma me exaltasse, Deus me deixaria, e eu certamente estaria perdida."
[Fonte: Ellen G. White, Early Writings, p. 20]
Elementos do padrão:
"O Espírito Santo caiu sobre mim" — frase que ela repetirá centenas de vezes
Perda total de consciência — "saí da visão"
Desorientação pós-transe — o mundo parecia "escuro e sombrio"
Medo de exaltação — "se me exaltasse, Deus me deixaria"
B. Medo de Mesmerismo Durante Visão
Ellen White descreve um incidente revelador onde ela própria questionou a fonte de suas experiências:
"Em nossas orações matinais, o poder de Deus começou a repousar sobre mim, e o pensamento veio à minha mente de que era mesmerismo, e eu resisti. Imediatamente fiquei muda e por alguns momentos perdi tudo ao meu redor. Então vi meu pecado em duvidar do poder de Deus, e que por isso fui atingida com mudez."
[Fonte: Ellen G. White, Early Writings, p. 22]
Análise crítica: Ellen White admite que teve a suspeita de que suas experiências poderiam ser mesmerismo (hipnose/controle mental). Quando resistiu, foi "atingida com mudez" e "perdeu tudo ao redor". Esta narrativa revela que ela própria questionou a origem sobrenatural — mas interpretou sua punição por duvidar como "prova" de que era divino.
C. Visão Durante Tempestade no Barco
"Trovejava e relampejava, e a chuva caía em torrentes sobre nós. Parecia claro que deveríamos perecer, a menos que Deus nos livrasse. Ajoelhei-me no barco e comecei a clamar a Deus para nos livrar. E ali sobre as ondas agitadas, enquanto a água lavava o topo do barco sobre nós, fui tomada em visão e vi que mais cedo cada gota de água no oceano secaria do que perecermos, pois meu trabalho tinha apenas começado. Depois que saí da visão, todos os meus medos se foram, e cantamos e louvamos a Deus."
[Fonte: Ellen G. White, Early Writings, p. 22]
Padrão revelador: Mesmo em perigo mortal (tempestade no oceano), Ellen White entra em transe e recebe "revelação" de que não morreria porque seu "trabalho tinha apenas começado" — uma auto-validação profética de seu papel.
III. O "Fardo Espiritual" e Possessão: Controle Externo Sobre Ellen White
A. O Peso Opressor Que Não a Deixava
Ellen White descreve repetidamente carregar um "fardo espiritual" — uma força opressora que só era aliviada quando ela entregava mensagens específicas. Esta característica é documentada em Life Sketches (1915).
Exemplo verificável:
"Enquanto visitava a casa do Ancião Washington Morse, o fardo estava sobre mim, mas eu não me sentia suficientemente forte para dar meu testemunho, o que teria colocado o fardo opressor sobre aqueles a quem pertencia... Durante nossa estadia nesta casa, fiquei muito doente. Orações foram feitas por mim, e o Espírito de Deus repousou sobre mim. Fui tomada em visão."
[Fonte: Ellen G. White, Life Sketches of Ellen G. White, pp. 79-80. Mountain View, CA: Pacific Press Publishing Association, 1915]
Análise do padrão documentado:
"O fardo estava sobre mim" — peso espiritual opressor
Doença súbita — "fiquei muito doente"
Oração — "orações foram feitas por mim"
"O Espírito de Deus repousou sobre mim" — perda de controle
"Tomada em visão" — estado de transe
Este "fardo espiritual" é característica clássica de possessão espiritual em múltiplas tradições religiosas — não de profecia bíblica genuína.
B. Fardo Transferido Através de Confronto
"Logo depois disso fui para Exeter... Ali um pesado fardo repousava sobre mim, do qual não pude me livrar até relatar o que me havia sido mostrado a respeito de algumas pessoas fanáticas que estavam presentes. Declarei que estavam enganadas ao pensar que eram movidas pelo Espírito de Deus. Meu testemunho foi muito desagradável para essas pessoas e seus simpatizantes."
[Fonte: Ellen G. White, Life Sketches, p. 80]
Padrão de controle: O "fardo" só era aliviado quando Ellen White confrontava publicamente aqueles que discordavam dela — um mecanismo de coerção psicológica.
IV. Batalha Espiritual com Joe Turner: O Confronto Mais Revelador
A. O Relato Completo Verificado
O confronto com Joe Turner é documentado em Manuscript 131, 1906 — uma entrevista com Ellen White sobre suas experiências iniciais.
Ellen White descreve:
"Joe Turner... declarou que eu não poderia ter uma visão onde ele estava. Ele disse que poderia me dar uma visão a qualquer momento, e poderia me tirar da visão... [Durante a reunião] abri isso diretamente para eles, e disse-lhes exatamente o que Joe Turner estava fazendo."
[Fonte: Ellen G. White, Manuscript 131, 1906, par. 37]
Ela continua descrevendo outro encontro com mesmerismo:
"Estavam orando por mim... Enquanto oravam — o Pai Pearson não podia ajoelhar-se por causa do reumatismo — ele ouviu um barulho como respiração pesada, e eu tinha caído no chão, e ele viu, e outros também viram, exatamente como eu vi, como uma bola de fogo que me atingiu bem sobre o coração."
[Fonte: Ellen G. White, Manuscript 131, 1906, par. 14]
Sobre Sarah Jordan e mesmerismo:
"[Joe Turner] estava pairando sobre ela o tempo todo, e dando a ela passes mesméricos, e ela estava tendo essas chamadas visões, e era tudo mesmerismo, e era isso que eu tinha que contar."
[Fonte: Ellen G. White, Manuscript 131, 1906, par. 24]
B. Admissões Devastadoras
Ellen White admite explicitamente:
Joe Turner alegava poder mesmérico sobre ela — "poderia me dar uma visão a qualquer momento"
Ela caiu no chão durante oração — "eu tinha caído no chão"
Testemunhas viram "bola de fogo" atingi-la — "como uma bola de fogo que me atingiu bem sobre o coração"
Ela reconhece mesmerismo como real — acusa Sarah Jordan de estar sob "passes mesméricos" e ter "chamadas visões" que eram "tudo mesmerismo"
Pergunta crítica devastadora: Se Ellen White reconhecia que mesmerismo podia produzir "chamadas visões" em Sarah Jordan, como ela sabia que suas próprias visões não eram resultado do mesmo fenômeno?
V. O Poder de Derrubar Terceiros: Casos Documentados e Verificados
A. Ancião Brown Prostrado
Relato de Manuscript 131, 1906:
"O Ancião Stockman estava pregando, e ele estava morrendo de consumação. Ele falava como se inspirado pelo Espírito Santo, fraco como estava. Eu sempre me sentava no banco da frente ao lado do púlpito, e quando ouvi um barulho como um gemido, vi que o Ancião Brown estava tão branco quanto a carne humana poderia estar, e ele estava caindo de sua cadeira... [Stockman] virou-se e disse: 'Com licença', e o tomou em seus braços e o deitou no divã. [O Ancião Brown] era alguém que não acreditava nessas coisas, e ele teve uma amostra disso ali mesmo."
[Fonte: Ellen G. White, Manuscript 131, 1906, par. 11]
Análise do padrão:
Ancião Brown não acreditava nestes fenômenos ("não acreditava nessas coisas")
Durante reunião onde Ellen White estava presente, ele caiu inconsciente da cadeira ("tão branco quanto a carne humana poderia estar, e estava caindo")
Ellen White interpreta como ele recebendo "uma amostra disso" — provando o poder
B. Harris Prostrado Após Oração de Ellen White
Continuando Manuscript 131:
"Eu sabia que a oposição estava lá; eu sentia isso, e orei para que o Espírito de Deus viesse sobre Harris... Enquanto estavam orando — o Pai Pearson não podia ajoelhar-se por causa do reumatismo — ele ouviu um barulho como respiração pesada, e eu tinha caído no chão."
[Fonte: Ellen G. White, Manuscript 131, 1906, par. 14]
Padrão consistente documentado:
Ellen White identifica oposição
Ela ora pedindo "Espírito de Deus" sobre a pessoa
Manifestação física ocorre (pessoa cai ou Ellen White cai)
C. Sala Inteira Prostrada — Todos Inconscientes
O relato mais extremo:
"Então o Espírito de Deus vinha sobre mim e tirava minhas forças. Eles me pegavam nos braços... Seus nomes, tudo me era revelado, e eu ficava de pé e dava meu testemunho até que cada alma na sala estivesse prostrada, incapaz de se mover."
[Fonte: Ellen G. White, Manuscript 131a, 1906. Citado em Arthur White, Ellen G. White: The Progressive Years, p. 142. Review and Herald, 1986]
Visualize a cena:
Sala lotada de pessoas
Ellen White entra em transe ("Espírito tirava minhas forças")
Seguidores a sustentam nos braços
Ela começa a "profetizar" nomes das pessoas presentes
Uma por uma, todas as pessoas caem inconscientes
Sala inteira prostrada no chão, ninguém consegue se mover
Comparação inevitável: Esta cena é idêntica a sessões espíritas onde médium causa colapso em participantes, cultos pentecostais extremos onde todos "caem no espírito", e fenômenos de possessão em religiões afro-caribenhas.
VI. Comparação com Adventistas Modernos Condenando "Cair no Espírito"
A. A Posição Oficial Adventista Atual
Pastores adventistas contemporâneos condenam veementemente manifestações de "cair no espírito" em igrejas pentecostais, usando exatamente as mesmas manifestações que Ellen White exibia.
Pastor Leandro Quadros:
"Biblicamente o Espírito Santo não derruba você ao chão. Quem o faz é o demônio... Em Marcos 9:17-18, é dito que quem derrubou uma pessoa ao chão e faz ela ficar daquele jeito horrível no chão é um demônio."
[Fonte: Apresentação de Rodrigo Custódio, transcrição de vídeo]
Pastor Ivan Saraiva:
"Essa ideia, essa teologia de 'cair no espírito' ou 'cair pelo poder de Deus' não é bíblica... Essa manifestação não provém do céu, não provém de Deus... É até mesmo uma ação do inimigo para tentar nos enganar."
[Fonte: Apresentação de Rodrigo Custódio, transcrição de vídeo]
B. A Contradição Irreconciliável
Manifestações condenadas por adventistas em outras igrejas:
Perda de consciência
Prostração no chão
Rigidez corporal
Revelações/profecias durante transe
Múltiplas pessoas caindo simultaneamente
Manifestações de Ellen White documentadas:
"Eu tinha caído no chão" — prostração
"Fui tomada em visão" — perda de consciência
"Ancião Brown estava caindo de sua cadeira" — terceiros prostrados
Visões e revelações durante transes
"Cada alma na sala estivesse prostrada" — sala inteira inconsciente
A manifestação física é idêntica. A única diferença: uma aconteceu com a "profetisa" adventista, a outra em igrejas que adventistas criticam.
VII. Qual Força Controlava Ellen White?
A. O Teste Bíblico de Possessão Demoníaca
Marcos 9:17-18, 20:
"Mestre, eu te trouxe o meu filho, que está com um espírito que o impede de falar. Onde quer que o apanhe, joga-o no chão. Ele espuma pela boca, arranha os dentes e fica rígido... O espírito o sacudiu com violência, e o menino caiu no chão e começou a rolar."
Características de possessão demoníaca segundo Marcos 9:
Perda de controle — "joga no chão"
Rigidez — "fica rígido"
Manifestações físicas extremas
Entidade controlando a pessoa
Características documentadas de Ellen White:
"Eu tinha caído no chão" — perda de controle
Rigidez cataléptica durante visões (documentado por testemunhas)
Ausência de respiração, olhos fixos
"O Espírito repousou sobre mim" — entidade assumindo controle
B. A Pergunta que Adventistas Devem Responder
Se "cair no espírito" é demoníaco quando acontece em igrejas pentecostais (conforme pastores adventistas ensinam), por que não era demoníaco quando acontecia com Ellen White?
As manifestações são idênticas:
Perda de consciência: ✓
Prostração no chão: ✓
Rigidez corporal: ✓
Revelações durante transe: ✓
Poder de derrubar terceiros: ✓
Qual é a diferença objetiva — além de lealdade institucional?
VIII. Conclusão: O Perigo de Experiências Sobrenaturais Sem Discernimento
A. O Teste Bíblico
1 João 4:1:
"Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo."
Mateus 7:15-16, 20:
"Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis... Portanto, pelos seus frutos os conhecereis."
B. O Teste Não é a Manifestação — É a Doutrina e o Fruto
Ellen White teve transes? Sim.
Ellen White teve visões? Não Podemos Afirmar.
Ellen White derribou pessoas com "poder sobrenatural"? Sim.
Mas isso prova que era de Deus? Não.
Médiuns espíritas fazem o mesmo. Líderes de cultos destrutivos fazem o mesmo. Possessão demoníaca produz manifestações idênticas.
O teste bíblico não é a manifestação — é a doutrina e o fruto verdadeiro do evangelho bíblico
A resposta a esta pergunta determina se você segue evidência bíblica ou tradição institucional.
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Referências Bibliográficas
1 João 4:1. Bíblia.
TAVES, Ann (1999). Fits, Trances, & Visions.
WHITE, Ellen G. (1882). Early Writings. Review and Herald.
WHITE, Ellen G. (1915). Life Sketches. Pacific Press.
WHITE, Ellen G. (1906). Manuscript 131a.
WHITE, Arthur (1986). Ellen G. White: The Progressive Years. Review and Herald.
Isaías 6. Bíblia.
2 Coríntios 12. Bíblia.
Lucas 19:41. Bíblia.
Lucas 23:34. Bíblia.
Gálatas 5:22. Bíblia.
Marcos 9:17-18, 20. Bíblia.
Deuteronômio 13:1-3. Bíblia.
Mateus 7:15-16, 20. Bíblia.
TAVES, Ann (1999). Fits, Trances, & Visions: Experiencing Religion and Explaining Experience from Wesley to James. Princeton: Princeton University Press.
WHITE, Ellen G. (1915). Life Sketches of Ellen G. White. Mountain View, CA: Pacific Press.Link
WHITE, Arthur L. (1986). Ellen G. White: The Progressive Years, 1862-1876. Washington, D.C.: Review and Herald.
(2026). Apresentação técnica de Rodrigo Custódio sobre Ellen White e espiritismo (transcrição, janeiro de 2026).
Depoimentos em vídeo: Pastor Leandro Quadros e Pastor Ivan Saraiva sobre "cair no espírito". disponíveis em plataformas adventistas.