Ellen White e o "Anjo Acompanhante"
Como Ellen White diferencia seu "anjo acompanhante" dos ensinamentos bíblicos sobre anjos da guarda mencionados em Mateus 18:10?
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Como Ellen White diferencia seu "anjo acompanhante" dos ensinamentos bíblicos sobre anjos da guarda mencionados em Mateus 18:10?
Será que o "Decreto Dominical" é profecia bíblica ou construção teológica adventista?
Se Cristo é totalmente Deus, como Ellen White pôde ter revelações que o próprio Jesus não deu?
Refute o aniquilacionismo adventista com análise bíblica e histórica detalhada neste artigo sobre a heresia aniquilacionista e suas graves implicações éticas. Leia agora
Este artigo examina criticamente a interpretação escatológica adventista que identifica uma futura aliança entre Estados Unidos e Vaticano como cumprimento profético de Apocalipse 13. A partir de análise bíblica, teológica e de evidências contemporâneas, o texto demonstra as fragilidades hermenêuticas desse modelo e destaca o papel atual do Vaticano como voz internacional em favor da paz e da liberdade religiosa.
Descubra uma análise crítica das Três Mensagens Angélicas à luz do evangelho bíblico e veja por que a doutrina adventista merece questionamento sincero.
Descubra a razão do exclusivismo da Igreja Adventista do Sétimo Dia, avaliando suas bases teológicas e desafios bíblicos. Esclareça suas dúvidas!
Uma das afirmações mais frequentes no canal "Fala Sério Pastor" refere-se à exegese de Hebreus 7:12: "Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei". O discurso adventista defende que o termo grego metathesis (mudança) não implica a abrogação ou substituição da Lei de Moisés (especialmente o Decálogo), mas sim uma "transferência" ou "mudança de lugar" que afetaria apenas as leis cerimoniais e o regime sacerdotal levítico. Argumenta-se que, como Jesus é agora o sumo sacerdote na ordem de Melquisedeque, a lei foi meramente transferida da terra para o céu, mantendo sua vigência sobre os cristãos.
Quando você refaz a conta usando os 9 milhões que realmente aparecem no sábado — ou os cerca de 7 milhões que realmente devolvem dízimo — aí sim os números começam a fazer sentido.
Alguns autores adventistas comparam o desapontamento dos discípulos diante da cruz de Cristo com o desapontamento millerita de 1844. Mas essa analogia resiste a uma leitura atenta da Bíblia e da própria história?
Um pastor adventista afirma que o artigo definido em Êxodo 24:12 (ha-even) prova que as tábuas da lei foram talhadas da pedra de safira do trono de Deus, mencionada no versículo anterior. A análise do hebraico bíblico mostra que o argumento gramatical não se sustenta — o artigo apenas torna a frase "tábuas de pedra" definida, como ocorre em dezenas de construções similares. A tradição rabínica sobre tábuas de safira existe de fato, mas se baseia em um método hermenêutico completamente diferente do apresentado no sermão.
A Bíblia ensina que o crente, ao morrer, deixa o corpo por um instante e entra em comunhão consciente e alegre com Cristo, até a ressurreição final, quando receberá o corpo glorificado. [2Co 5:8; Fl 1:23; Ap 6:9–10] A doutrina adventista do “sono da alma” (morte = inconsciência total até a ressurreição) é uma leitura secundária, que não se sustenta ao peso do texto bíblico, especialmente em textos de Paulo, João e Apocalipse.