
A Heresia Oculta de Ellen White: Cristo Não é Deus em Personalidade
Em 19 de dezembro de 1905, Ellen G. White escreveu uma declaração que deveria causar profundo alarme em todo cristão que valoriza a ortodoxia bíblica.
Introdução: Uma Citação que Destrói a Divindade de Cristo
Em 19 de dezembro de 1905, Ellen G. White escreveu uma declaração que deveria causar profundo alarme em todo cristão que valoriza a ortodoxia bíblica. No Manuscrito 116, publicado posteriormente no livro devocional Olhando para o Alto (páginas 410.1-410.2), ela afirmou:
"O Senhor Jesus Cristo, o Filho unigênito do Pai, é verdadeiramente Deus em infinitude, mas não em personalidade."
Esta não é uma citação isolada ou fora de contexto. É parte de um padrão teológico consistente nos escritos de Ellen White que mina a doutrina fundamental da fé cristã: a plena divindade e co-eternidade de Jesus Cristo com o Pai. Este artigo examina minuciosamente esta citação e dezenas de outras declarações similares de Ellen White, demonstrando que a "profetisa" do adventismo ensinou, de forma inequívoca, uma cristologia herética que se alinha com o arianismo do século IV — uma das heresias mais destrutivas já condenadas pela igreja cristã.
O Texto Completo: Contexto Não Melhora a Heresia
A meditação de 19 de dezembro em Olhando para o Alto apresenta o texto completo:
"A pessoa aparentemente fraca, que com espírito contrito e confiante aceita o que Deus afirma, e com um senso de sua indignidade clama por auxílio, receberá graça para obter vitória após vitória, e obter o eterno peso de glória na vida futura. O Senhor Jesus Cristo, o Filho unigênito do Pai, é verdadeiramente Deus em infinitude, mas não em personalidade. Ele operou a justiça que capacita os seres humanos a vencer todo assalto de Satanás. Ele imputará Sua justiça ao santo crente que anda como Ele andou quando esteve na Terra."
O contexto não ameniza o problema — intensifica-o. Ellen White está falando sobre a obra redentora de Cristo, mas fundamenta essa obra em um Cristo com divindade limitada na personalidade. Isso cria um problema soteriológico fatal: se Cristo não é plenamente Deus em todos os aspectos, Sua obra redentora é insuficiente.
A Contradição Lógica Insolúvel
O Absurdo Filosófico
A afirmação "verdadeiramente Deus em infinitude, mas não em personalidade" é uma contradição em termos. É logicamente equivalente a dizer:
"Este círculo é perfeitamente redondo, mas não em forma"
"Esta água está totalmente molhada, mas não em umidade"
"Este fogo é completamente quente, mas não em temperatura"
A infinitude de Deus não pode ser separada de Sua personalidade. Deus não é uma força cósmica impessoal que existe "infinitamente" mas sem ser pessoal. A Bíblia revela um Deus que:
Pensa (Isaías 55:8-9)
Sente (Gênesis 6:6; João 3:16)
Age (Gênesis 1:1; João 5:17)
Se relaciona (Êxodo 33:11; João 15:15)
Comunica-se (Hebreus 1:1-2)
Todos estes são atributos pessoais. Um "Deus" que é infinito mas não pessoal não é o Deus da Bíblia — é uma abstração filosófica grega incompatível com o Yahweh das Escrituras.
O Que Ellen White Realmente Quis Dizer?
Alguns defensores adventistas tentaram "suavizar" esta declaração argumentando que Ellen White queria dizer que Cristo é divino em natureza mas distinto em pessoa do Pai. Mas este argumento fracassa por várias razões:
Não é isso que ela escreveu. Ela não disse "Cristo é Deus em natureza, mas distinto em pessoa". Ela disse que Cristo não é Deus em personalidade.
Contradiz outras declarações dela onde afirma que Cristo "foi feito igual" ao Pai, sugerindo que houve um tempo em que não era igual.
O contexto histórico dos escritos de Ellen White (1858-1905) mostra uma trajetória de semi-arianismo para trinitarianismo modificado, com declarações contraditórias nunca reconciliadas.
O Padrão Ariano nos Escritos de Ellen White
A declaração de 1905 não é isolada. Ellen White ensinou consistentemente conceitos que espelham o arianismo clássico:
1. Cristo Foi "Exaltado" e "Feito Igual" ao Pai
Testimonies for the Church, vol. 8 (1904), p. 268:
"Deus é o Pai de Cristo; Cristo é o Filho de Deus. A Cristo foi dado um posto exaltado. Ele foi feito igual ao Pai. Todos os conselhos de Deus são abertos a Seu Filho."
Problema: Se Cristo foi "feito igual" e "dado" uma posição, isso implica que:
Houve um tempo em que Cristo não era igual ao Pai
A igualdade de Cristo é derivada, não inerente
Cristo é ontologicamente inferior ao Pai
Signs of the Times, 30 de maio de 1895:
"Uma oferta completa foi feita; pois 'Deus amou tanto o mundo que deu o Seu Filho unigênito' — não um filho por criação, como foram os anjos, nem um filho por adoção, como é o pecador perdoado, mas um Filho gerado na imagem expressa da pessoa do Pai, e em todo o brilho de Sua majestade e glória, um igual a Deus em autoridade, dignidade e perfeição divina."
Análise:
Ellen White contrasta Cristo com seres criados (anjos) e adotados (pecadores salvos)
Mas então descreve Cristo como "gerado na imagem expressa do Pai"
Isso sugere que Cristo é derivado do Pai, não co-eterno com Ele
A ênfase em Cristo sendo "um igual" (não simplesmente "igual") sugere equiparação posterior, não igualdade essencial
2. Cristo "Próximo em Autoridade" ao Grande Legislador
Spirit of Prophecy, vol. 2, p. 9:
"O Filho de Deus era próximo em autoridade ao grande Legislador. Ele sabia que somente Sua vida poderia ser suficiente para resgatar o homem caído."
Problema:
"Próximo em autoridade" claramente estabelece uma hierarquia
Cristo não é co-igual, mas subordinado ao "grande Legislador" (o Pai)
Isso nega a consubstancialidade (mesma essência) entre Pai e Filho
3. O "Filho Unigênito" Literalmente Gerado
Review and Herald, 9 de julho de 1895:
"O Pai Eterno, o Imutável, deu Seu Filho unigênito, arrancou de Seu seio Aquele que foi feito na imagem expressa de Sua pessoa, e O enviou à terra."
Letter 101, 17 de fevereiro de 1896:
"Como o primogênito do céu, e o unigênito do Pai, cheio de todos os tesouros da eternidade, Ele assumiu a humanidade."
Análise Crítica:
A linguagem de "arrancou de Seu seio" e "primogênito do céu" sugere origem temporal
Ellen White interpreta "unigênito" (μονογενής, monogenēs) como geração literal, não como "único em seu tipo"
Isso é exatamente a posição ariana: Cristo foi "gerado" pelo Pai e, portanto, teve um começo
Refutação Bíblica:
João 1:1 — "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus"
O verbo "era" (ἦν, ēn) está no imperfeito contínuo, indicando existência eterna sem começo
Miquéias 5:2 — As origens de Cristo são "desde os dias da eternidade" (literalmente: "desde os dias de olam" — eternidade sem fim)
Hebreus 7:3 — Melquisedeque (tipo de Cristo) é descrito como "sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida"
A "Grande Controvérsia": Uma Mitologia Herética
A Narrativa de Ellen White Sobre a Exaltação de Cristo
Um dos pilares da teologia adventista é a "Grande Controvérsia" — uma narrativa extra-bíblica sobre como Lúcifer se rebelou porque Cristo foi exaltado a uma posição igual ao Pai. Ellen White descreve isso em múltiplos livros:
Spiritual Gifts, vol. 1 (1858), p. 17-18:
"O Senhor me mostrou que Satanás já foi um anjo honrado no céu, próximo a Jesus Cristo. [...] E vi que quando Deus disse a Seu Filho: 'Façamos o homem à nossa imagem', Satanás ficou com ciúmes de Jesus. [...] Alguns dos anjos simpatizaram com Satanás em sua rebelião, e outros fortemente defenderam a honra e a sabedoria de Deus em dar autoridade a Seu Filho. [...] Desejavam investigar Sua sabedoria insondável para averiguar Seu propósito em exaltar Jesus e dotá-Lo de poder e comando ilimitados."
Patriarchs and Prophets (1890), p. 35-37:
"E cobiçando a glória com que o Pai infinito havia investido Seu Filho, este príncipe dos anjos aspirava ao poder que era prerrogativa somente de Cristo. [...] A exaltação do Filho de Deus como igual ao Pai foi representada como uma injustiça a Lúcifer, que, alegava-se, também tinha direito a reverência e honra."
Problemas Teológicos Fatais:
Não há base bíblica para esta narrativa. A Bíblia nunca descreve Lúcifer se rebelando porque Cristo foi "exaltado". Isaías 14 e Ezequiel 28 descrevem a queda de Lúcifer como resultado de orgulho próprio, não inveja da exaltação de Cristo.
Implica que Cristo não era sempre igual ao Pai. Se Lúcifer ficou com ciúmes porque Cristo foi "exaltado", isso significa que antes dessa exaltação, Cristo não tinha essa posição.
Contradiz declarações posteriores de Ellen White. Em Patriarchs and Prophets (1890), ela tenta corrigir isso dizendo: "Não houve mudança na posição ou autoridade de Cristo. [...] mas isso havia sido o mesmo desde o princípio."
Mas esta "correção" cria mais problemas:
Se não houve mudança, por que Deus precisou "declarar" a posição de Cristo aos anjos?
Se Cristo sempre foi igual, por que Ellen White usa repetidamente linguagem de Cristo sendo "dado" autoridade e "feito" igual?
Por que suas declarações de 1858-1870 contradizem suas declarações de 1890-1898?
Comparação com o Arianismo Clássico
Ensino Ariano (Condenado em 325 d.C.) | Ensino de Ellen White (1858-1905) |
|---|---|
Cristo foi a primeira e mais elevada criatura de Deus | Cristo é o "Filho unigênito", "arrancado do seio" do Pai, "primogênito do céu" |
Houve um tempo em que o Filho não existia | Cristo foi "exaltado" e "feito igual" ao Pai |
O Filho é subordinado ao Pai em essência | Cristo é "próximo em autoridade" ao Pai; "Deus em infinitude, mas não em personalidade" |
O Filho recebeu divindade derivada | Cristo foi "dotado de poder ilimitado"; "dado posição exaltada" |
A similaridade não é coincidência — é identidade teológica.
"Vida Original, Não Emprestada, Não Derivada": Contradição ou Correção?
Defensores de Ellen White frequentemente citam esta declaração para "provar" que ela ensinou a divindade plena de Cristo:
The Desire of Ages (1898), p. 530:
"Em Cristo há vida, original, não emprestada, não derivada. 'Quem tem o Filho tem a vida.'"
Análise Crítica:
Esta declaração é de 1898, 40 anos depois de suas primeiras declarações arianas em Spiritual Gifts (1858). Isso mostra desenvolvimento teológico, não consistência.
Mesmo esta declaração é problemática quando comparada com outras:
Se Cristo tem vida "não derivada", como Ellen White pode dizer que Ele foi "arrancado do seio" do Pai e "gerado na imagem expressa" do Pai?
"Não derivada" contradiz "primogênito do céu"
O contexto mostra subordinação funcional:
Mesmo em The Desire of Ages, Ellen White diz que Cristo "voluntariamente pôs de lado" Seus poderes divinos durante a encarnação
Ela ensina que Cristo nunca recuperará plenamente alguns atributos divinos, como a onipresença
"O Homem Cristo Jesus Não Era o Senhor Deus Todo-Poderoso"
Uma das declarações mais chocantes de Ellen White aparece em uma carta de 1899:
Letter 32, 1899 (citada no SDA Bible Commentary, vol. 5, p. 1129):
"O homem Cristo Jesus não era o Senhor Deus Todo-Poderoso, contudo Cristo e o Pai são um."
Defensores adventistas tentam "explicar" isso dizendo que Ellen White estava diferenciando entre:
A natureza humana de Cristo (que não era Todo-Poderoso)
A natureza divina de Cristo (que era Todo-Poderoso)
Refutação:
Esta explicação falha porque Ellen White não faz essa distinção na declaração. Ela simplesmente diz "o homem Cristo Jesus não era o Senhor Deus Todo-Poderoso".
A ortodoxia cristã ensina que Jesus Cristo é uma pessoa com duas naturezas (divina e humana). A pessoa de Cristo é plenamente Deus e plenamente homem. Separar isso leva ao nestorianismo (heresia que divide Cristo em duas pessoas).
Ellen White ensinou que Cristo "pôs de lado" Sua divindade:
Review & Herald, 15 de dezembro de 1896:
"Nosso Salvador tomou a humanidade, com todas as suas responsabilidades. Ele tomou a natureza do homem, com a possibilidade de ceder à tentação."
Manuscript Releases, vol. 17:
"Ele [Cristo] deixou de lado Seu manto real e Sua coroa régia e vestiu Sua divindade com humanidade, para que pudesse estar entre a família humana como um deles."
Problema: Se Cristo "vestiu Sua divindade com humanidade", isso significa que Sua divindade ficou oculta ou diminuída, não que permaneceu intacta.
O Kenosis Herético de Ellen White
Ellen White ensinou uma forma de kenosis (esvaziamento) que vai além do que Filipenses 2:6-8 afirma:
Filipenses 2:6-8 (Bíblia):
"Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz."
Interpretação Ortodoxa:
Cristo não abdicou de Seus atributos divinos
Ele voluntariamente não os usou durante Sua missão terrena
Sua divindade permaneceu intacta — Ele simplesmente adicionou humanidade
Interpretação de Ellen White:
The Youth's Instructor, 21 de novembro de 1895:
"Embora mais alto que qualquer dos anjos, embora tão grande quanto o Pai no trono do céu, Ele tornou-se um conosco. Nele Deus e o homem tornaram-se um, e é neste fato que encontramos a esperança de nossa raça caída. Olhando para Cristo na carne, olhamos para Deus na humanidade, e vemos nEle o brilho da glória divina, a imagem expressa de Deus Pai."
The Signs of the Times, 30 de julho de 1896:
"Cristo era Deus, mas Ele não aparecia como Deus. Ele velou os sinais da divindade, que haviam comandado a homenagem dos anjos e chamado a adoração do universo de Deus. Ele não Se fez de reputação, tomou a forma de servo e foi feito à semelhança da carne pecaminosa."
Problema Teológico:
Ellen White não diz que Cristo reteve Sua divindade enquanto assumia humanidade
Ela diz que Ele "velou" e "deixou de lado" Sua divindade
Isso é kenosis extremo — Cristo abandonou temporariamente atributos divinos
Consequências Soteriológicas:
Se Cristo não era plenamente Deus durante Sua vida terrena, Sua morte não tem mérito infinito
Somente um sacrifício de valor infinito pode expiar os pecados de toda a humanidade
Um Cristo com divindade diminuída ou velada não pode salvar plenamente
O Absurdo Supremo: Cristo Enganado por Satanás no Deserto
A Narrativa Extra-Bíblica de Ellen White
Uma das blasfêmias mais chocantes de Ellen White aparece em suas descrições da tentação de Cristo no deserto. Ela não apenas adiciona detalhes não encontrados nas Escrituras — ela contradiz fundamentalmente a natureza de Cristo como Deus onisciente e onipotente.
As Citações Comprometedoras
1. Satanás Disfarçado como Anjo de Deus
No Deserto da Tentação (1874), capítulo 13:
"Tão logo começou o longo jejum de Cristo, Satanás estava a postos com suas tentações. Ele veio a Cristo disfarçado em luz, afirmando ser um dos anjos do trono de Deus, enviado com uma missão de misericórdia a fim de simpatizar com Ele e aliviá-Lo da Sua condição de sofrimento. Tentava fazer Cristo acreditar que Deus não requeria dEle que experimentasse a negação própria e os sofrimentos que Ele antecipava; que tinha sido enviado do Céu para trazer-Lhe a mensagem de que Deus pretendia somente provar sua disposição em suportar."
Análise Crítica:
Ellen White afirma que Satanás "tentava fazer Cristo acreditar" em sua mentira
Isso implica que Cristo poderia ser enganado
Se Cristo pudesse ser enganado, Ele não seria Deus onisciente
2. Satanás Afirmando Ser o Anjo de Abraão
No Deserto da Tentação, capítulo 13:
"Satanás disse a Cristo que Ele devia pôr os pés no caminho ensangüentado, mas não devia andar por ele, como o fizera Abraão quando provado, a fim de mostrar Sua perfeita obediência. Ele ainda mencionou que era o anjo que segurou a mão de Abraão quando o cutelo foi levantado para matar Isaque, e que agora veio para salvar-Lhe a vida; que não era necessário que Ele suportasse a dor desta fome e morte por inanição; que ele O ajudaria a suportar o trabalho no plano da salvação."
Problemas Teológicos Fatais:
Não há base bíblica para esta narrativa
Mateus 4, Marcos 1 e Lucas 4 nunca mencionam Satanás se disfarçando como anjo
A Bíblia identifica claramente "o tentador" desde o início (Mateus 4:3)
Contradiz a natureza do Anjo de Gênesis 22
O "Anjo do Senhor" que deteve Abraão é identificado pelos teólogos como uma teofania — uma aparição do próprio Cristo pré-encarnado
Ellen White blasfema ao sugerir que Satanás fingiu ser Cristo
Implica que Cristo não reconheceu Satanás imediatamente
Se Satanás "lisonjeou-se de que não seria descoberto", isso sugere que Cristo foi temporariamente enganado
3. A Versão "Atualizada" em O Desejado de Todas as Nações (1898)
Em O Desejado de Todas as Nações, Ellen White repete a mesma narrativa herética:
"Eis que foi ter com o Salvador, como em resposta a Suas orações, disfarçado num anjo do Céu. Pretendia ter uma missão de Deus, declarar que o jejum de Cristo chegara ao termo. Como Deus enviara um anjo para deter a mão de Abraão de oferecer Isaque, assim, satisfeito com a prontidão de Cristo para entrar na sangrenta vereda, o Pai mandara um anjo para O libertar; era essa a mensagem trazida a Jesus."
E continua:
"Conquanto aparecesse como um anjo de luz, essas primeiras palavras traíam-lhe o caráter. 'Se Tu és o Filho de Deus.' Aí está a insinuação de desconfiança."
Observação: Ellen White afirma que "conquanto aparecesse como um anjo de luz, essas primeiras palavras traíram-lhe o caráter". Isso implica que:
Satanás parecia ser um anjo verdadeiro até que falou
Cristo não reconheceu Satanás pela aparência
Somente as palavras revelaram a identidade do tentador
Os Absurdos Teológicos Evidentes
Absurdo #1: Cristo Poderia Ser Enganado
Implicação de Ellen White:
Satanás "tentava fazer Cristo acreditar"
Satanás "lisonjeou-se de que não seria descoberto"
Cristo só reconheceu Satanás quando ele falou
Refutação Bíblica:
A Bíblia Ensina | Ellen White Ensina |
|---|---|
Cristo "conhecia a todos" (João 2:24-25) | Cristo não reconheceu Satanás pela aparência |
Cristo sabia "o que havia no homem" (João 2:25) | Satanás pensou que poderia enganá-Lo |
Cristo é "o Caminho, a Verdade e a Vida" (João 14:6) | Cristo foi temporariamente confundido até Satanás falar |
"Nele não há treva nenhuma" (1 João 1:5) | Cristo não discerniu imediatamente a presença do mal |
Conclusão: Se Cristo pudesse ser enganado, Ele não seria Deus. A onisciência divina significa conhecimento imediato e perfeito de todas as coisas, incluindo as intenções e identidades de todos os seres.
Absurdo #2: O Relato Bíblico Não Menciona Disfarce
O que a Bíblia diz:
Mateus 4:1-3:
"Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães."
Lucas 4:1-3:
"E Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e foi levado pelo Espírito ao deserto; E quarenta dias foi tentado pelo diabo, e naqueles dias não comeu coisa alguma; e, terminados eles, teve fome. E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão."
Marcos 1:12-13:
"E logo o Espírito o impeliu para o deserto. E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos o serviam."
Análise:
Os três Evangelhos identificam claramente "o tentador", "o diabo", "Satanás"
Nenhum menciona disfarce, engano ou aparência de anjo
Nenhum sugere que Cristo não soubesse com quem estava lidando
Nenhum menciona Satanás alegando ser o anjo de Abraão
Ellen White inventa uma narrativa inteira sem base escriturística.
Absurdo #3: Blasfêmia Contra o Anjo do Senhor (Cristo Pré-Encarnado)
Ellen White afirma que Satanás "mencionou que era o anjo que segurou a mão de Abraão".
Problema Teológico Gravíssimo:
Gênesis 22:11-12, 15-18:
"Mas o Anjo do Senhor lhe bradou desde os céus, e disse: Abraão, Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único filho. [...] Então o Anjo do Senhor bradou a Abraão pela segunda vez desde os céus, E disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor: Porquanto fizeste esta ação, e não me negaste o teu filho, o teu único filho, Que deveras te abençoarei..."
Identificação Teológica:
O "Anjo do Senhor" em Gênesis 22 fala em primeira pessoa como Deus: "por mim mesmo jurei, diz o Senhor"
Teólogos conservadores identificam este Anjo como uma teofania — uma aparição pré-encarnada de Cristo
Hebreus 6:13-14 confirma: "Porque, quando Deus fez a promessa a Abraão, como não tinha outro maior por quem jurasse, jurou por si mesmo"
A Blasfêmia de Ellen White:
Ela alega que Satanás fingiu ser este Anjo
Isso significa que Satanás fingiu ser Cristo pré-encarnado
Ela sugere que Cristo não reconheceu esta blasfema imitação de Si mesmo
Isaías 42:8:
"Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura."
Se Satanás pudesse imitar perfeitamente uma aparição de Cristo (o Anjo do Senhor) a ponto de enganar o próprio Cristo, a glória de Deus seria dada a outro.
Absurdo #4: Cristo "Aparentemente" um Anjo Caído
O Desejado de Todas as Nações, DTN 74.1:
"Um dos mais poderosos anjos, disse ele, fora banido do Céu. A aparência de Jesus indicava ser Ele aquele anjo caído, abandonado de Deus, e desamparado dos homens."
Problema: Ellen White descreve Cristo como tendo aparência que "indicava" ser um anjo caído.
Refutação:
Isaías 53:2-3 (profecia messiânica):
"Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos."
Análise Correta:
A Escritura profetiza que Cristo teria aparência humilde, não majestosa
Mas nunca diz que Ele pareceria um anjo caído ou abandonado por Deus
Ellen White exagera a humilhação de Cristo ao ponto de blasfêmia
Hebreus 1:3-4:
"O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas; Sendo tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles."
Cristo é eternamente superior aos anjos. Sugerir que Ele parecesse um anjo caído é negar Sua glória essencial.
Por Que Isso Importa: Consequências Doutrinárias
1. Compromete a Onisciência de Cristo
Se Cristo não sabia que Satanás estava disfarçado, então:
Ele não é onisciente
Ele não é plenamente Deus
Sua vitória sobre a tentação é comprometida
João 16:30:
"Agora conhecemos que sabes tudo, e não precisas de que alguém te interrogue. Por isso cremos que saíste de Deus."
2. Compromete a Impecabilidade de Cristo
Se Cristo foi temporariamente enganado, isso implica:
Falha no discernimento (um tipo de erro)
Possibilidade de ser induzido ao erro (vulnerabilidade ao pecado)
Limitação do conhecimento divino
Hebreus 4:15:
"Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que em tudo foi tentado, mas sem pecado."
Se Cristo foi enganado, Ele pecou por falha — mesmo que momentaneamente.
3. Compromete a Suficiência da Expiação
Se Cristo não era plenamente Deus (pois foi enganado), então:
Sua morte não tem valor infinito
Não pode expiar todos os pecados de toda a humanidade
A salvação é incerta
1 Pedro 1:18-19:
"Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado."
Se Cristo foi manchado por ser enganado, Seu sangue não é "imaculado".
Comparação Final: Bíblia vs. Ellen White
Aspecto | Ensino Bíblico | Ensino de Ellen White | Referências |
|---|---|---|---|
Identidade do tentador | Claramente identificado como "o tentador", "o diabo", "Satanás" | Satanás disfarçado como "um dos anjos do trono de Deus" | |
Reconhecimento de Cristo | Cristo sabia quem era o tentador desde o início | Cristo não reconheceu Satanás até ele falar | |
Alegação de Satanás | Não mencionada na Escritura | Satanás alegou ser "o anjo que segurou a mão de Abraão" | |
Onisciência de Cristo | Cristo "conhecia a todos" (João 2:24-25) | Cristo poderia ser enganado | |
Aparência de Cristo | Humilde, mas não parecendo um anjo caído | "Indicava ser Ele aquele anjo caído" | |
Base escriturística | Mateus 4, Marcos 1, Lucas 4 | Nenhuma — narrativa inventada | |
Conclusão: Uma Cristologia Herética e Perigosa
A narrativa de Ellen White sobre a tentação de Cristo não é uma "expansão inspirada" do relato bíblico — é uma contradição fundamental da natureza de Cristo como Deus onisciente e impecável.
Ao afirmar que:
Satanás se disfarçou como anjo de Deus
Cristo foi temporariamente enganado
Cristo só reconheceu Satanás quando ele falou
Satanás alegou ser o Anjo do Senhor (Cristo pré-encarnado)
Ellen White ensina que:
Cristo não é onisciente
Cristo pode ser enganado
Cristo não reconheceu uma imitação blasfema de Si mesmo
Cristo pareceu ser um anjo caído
Isso não é cristianismo ortodoxo. É heresia cristológica.
Hebreus 13:8:
"Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente."
Ellen White apresenta um Cristo mutável, enganável e limitado — não o Cristo eterno, onisciente e imutável das Escrituras.
A Evolução (e Confusão) Teológica de Ellen White
Cronologia das Declarações
Período | Obra | Ensino sobre Cristo |
|---|---|---|
1858 | Spiritual Gifts, vol. 1 | Cristo foi "exaltado" e "dotado de poder ilimitado"; anjos questionaram "o propósito de Deus em exaltar Jesus" |
1870 | Spirit of Prophecy, vol. 1 | Cristo "ordenado pelo Pai para ser igual a Si mesmo"; Cristo "próximo em autoridade" ao grande Legislador |
1890 | Patriarchs and Prophets | "Não houve mudança na posição ou autoridade de Cristo... mas isso havia sido o mesmo desde o princípio" (Contradiz declarações anteriores) |
1895 | Signs of the Times | Cristo "arrancado do seio" do Pai; "gerado na imagem expressa" do Pai |
1896 | Letter 101 | Cristo como "primogênito do céu" e "unigênito do Pai" |
1898 | The Desire of Ages | Cristo tem "vida original, não emprestada, não derivada"; Espírito Santo é a "terceira pessoa da Divindade" (Primeira declaração explicitamente trinitariana) |
1899 | Letter 32 | "O homem Cristo Jesus não era o Senhor Deus Todo-Poderoso" |
1905 | Manuscrito 116 | Cristo é "verdadeiramente Deus em infinitude, mas não em personalidade" |
Padrão Observado:
1858-1870: Declarações claramente subordinacionistas e semi-arianas
1890: Tentativa de correção ("não houve mudança"), mas sem retratação das declarações anteriores
1895-1899: Retorno à linguagem de geração literal e subordinação
1905: Declaração final ainda mantém subordinação ("não em personalidade")
Conclusão: Ellen White nunca resolveu suas contradições teológicas. Suas declarações posteriores não anulam as anteriores — elas simplesmente criam mais confusão.
Refutação Bíblica Completa
1. Cristo é Plenamente Deus em Todos os Aspectos
Colossenses 2:9:
"Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade."
"Toda" (πᾶν, pan) = completamente, sem exceção
"Plenitude" (πλήρωμα, plērōma) = a totalidade dos atributos divinos
Não há espaço para "Deus em infinitude, mas não em personalidade"
João 1:1:
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus."
Não diz: "o Verbo era como Deus" ou "o Verbo era um deus"
Diz: "o Verbo era Deus" (θεὸς ἦν ὁ λόγος, theos ēn ho logos)
João 10:30:
"Eu e o Pai somos um."
Jesus não diz "Eu e o Pai somos similares"
Ele diz "somos um" (ἕν ἐσμεν, hen esmen) — unidade de essência
2. Cristo é Co-Eterno com o Pai
Miquéias 5:2:
"E tu, Belém Efrata, [...] de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade."
"Desde os dias da eternidade" = mē‛ōlām (עוֹלָֽם) — sem começo
João 8:58:
"Jesus disse-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou."
"Eu sou" (ἐγώ εἰμι, egō eimi) = o nome de Deus (Êxodo 3:14)
Não diz: "antes que Abraão existisse, eu fui criado"
Hebreus 13:8:
"Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente."
3. Cristo Nunca Foi "Exaltado" para Se Tornar Deus
Filipenses 2:9-11:
"Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra."
Contexto Correto:
A exaltação refere-se à glorificação pós-ressurreição de Cristo como homem
Não à Sua divindade sendo "concedida" antes da criação
Cristo foi exaltado como o Deus-homem que venceu a morte
Atos 2:32-33, 36:
"Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas. De sorte que, exaltado pela destra de Deus... Saiba, pois, com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo."
A exaltação é histórica (após a ressurreição), não pré-temporal
Conclusão: Ellen White Ensinou um Cristo Herético
Resumo dos Absurdos Teológicos
Contradição Lógica: "Deus em infinitude, mas não em personalidade" é filosoficamente incoerente
Arianismo Clássico: Cristo "exaltado", "feito igual", "dado autoridade" — implica subordinação ontológica
Geração Literal: Cristo "arrancado do seio", "primogênito do céu" — nega co-eternidade
Kenosis Extremo: Cristo "pôs de lado" Sua divindade — compromete a soteriologia
Negação Explícita: "O homem Cristo Jesus não era o Senhor Deus Todo-Poderoso"
Grande Controvérsia Mítica: Narrativa extra-bíblica sobre exaltação de Cristo causando inveja de Lúcifer
Contradições Internas: Declarações de 1858-1870 contradizem 1890-1898, que contradizem 1899-1905
A Questão Decisiva
Se Ellen White era uma profetisa inspirada por Deus:
Por que ensinou uma doutrina de Cristo que contradiz as Escrituras?
Por que suas declarações contradizem umas às outras?
Por que a Igreja Adventista teve que corrigir sua teologia nas Crenças Fundamentais?
Por que sua cristologia é idêntica ao arianismo condenado em 325 d.C.?
A resposta é inescapável: Ellen White não foi inspirada por Deus. Suas declarações sobre Cristo são teologicamente heréticas, biblicamente insustentáveis e logicamente incoerentes.
Advertência Final
1 João 4:1-3:
"Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo."
Ellen White não confessa o Jesus Cristo bíblico — o Deus eterno, plenamente divino em todos os aspectos, co-igual e co-eterno com o Pai. Ela confessa um Cristo subordinado, exaltado posteriormente, não plenamente Deus em personalidade.
Isso não é o evangelho cristão. É outro evangelho, outro Jesus.
Gálatas 1:8-9:
"Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo: Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema."
O adventismo do sétimo dia, ao sustentar Ellen White como profetisa inspirada enquanto ela ensina um Cristo herético, coloca-se fora da ortodoxia cristã histórica. Não é suficiente usar o nome "Jesus" — os detalhes importam. E nos detalhes, Ellen White falha catastroficamente.
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