
Mórmons e Adventistas: Mais Próximos do que Parece
Descubra semelhanças doutrinárias entre Mórmons e Adventistas do Sétimo Dia em análise crítica teológica. Leia e questione a originalidade do adventismo.
Introdução: Dois Movimentos Nascidos do Mesmo Caldeirão
Em meados do século XIX, os Estados Unidos assistiram ao florescimento de numerosos movimentos religiosos e reformadores de saúde. Entre eles, duas denominações se destacariam por sua longevidade e influência global: a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons), fundada em 1830 por Joseph Smith, e a Igreja Adventista do Sétimo Dia, oficialmente organizada em 1863 sob a liderança profética de Ellen G. White. Embora hoje essas organizações se apresentem como distintas e únicas, uma análise comparativa revela semelhanças surpreendentes — não apenas em seus códigos de saúde e proibições dietéticas, mas em conceitos teológicos fundamentais, especialmente a narrativa da "guerra no céu" causada pelo ciúme de Satanás contra Jesus Cristo.
Este artigo examina as conexões intrínsecas entre mórmons e adventistas, comparando seus códigos de saúde, explorando as raízes compartilhadas no movimento de reforma de saúde do século XIX, e demonstrando como ambas as teologias adotaram narrativas quase idênticas sobre a origem do mal — uma guerra pré-mortal motivada pela inveja de Lúcifer. Ao longo desta análise, apresentaremos evidências de que Ellen White, longe de receber revelações originais, copiou extensivamente dos reformadores de saúde de sua época, conforme documentado no livro acadêmico Prophetess of Health (1976) de Ronald L. Numbers.
I. Códigos de Saúde: Palavra de Sabedoria vs. Mensagem de Saúde
Tabela Comparativa dos Códigos de Saúde
Aspecto | Mórmons (Palavra de Sabedoria) | Adventistas (Mensagem de Saúde) |
|---|---|---|
Documento Fundador | Doutrina e Convênios 89 (1833) | Visão de Ellen White (1863) |
Álcool | Proibido | Proibido |
Tabaco | Proibido | Proibido |
Chá/Café (Bebidas Quentes) | Proibido | Proibido |
Carne | "Com parcimônia... apenas em tempos de inverno, frio ou fome" (D&C 89:12-13) | Vegetarianismo fortemente encorajado; carne vista como prejudicial |
Grãos Integrais | Recomendados como "sustento do homem" (D&C 89:14) | Enfatizados; pão integral (estilo Graham) promovido |
Frutas e Vegetais | Recomendados "na estação própria" (D&C 89:11) | Enfatizados como base da dieta |
Jejum | Praticado mensalmente | Praticado ocasionalmente |
Origem Declarada | "Revelação" de Joseph Smith (1833) | "Visão" de Ellen White (1863) |
Obrigatoriedade | Requisito para batismo e entrada no templo (desde ~1900) | Requisito implícito para "boa saúde" e santificação |
Fontes Primárias Comparadas
Mórmons - Doutrina e Convênios 89:5-13 (1833):
"E também, o tabaco não é para o corpo, nem para o ventre, e não é bom para o homem... E também, bebidas quentes não são para o corpo ou ventre... E também, carne de animais e das aves do ar... são ordenadas para o uso do homem com ações de graças; todavia devem ser usadas com parcimônia; e é agradável a mim que não sejam usadas, senão em tempos de inverno, ou de frio, ou de fome."
Adventistas - Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar (baseado em visões de 1863-1865):
"Cereais, frutas, nozes e vegetais constituem o regime dietético escolhido por nosso Criador. Esses alimentos, preparados da maneira mais simples e natural possível, são os mais saudáveis e nutritivos. Proporcionam uma força, uma resistência e vigor intelectual que não são promovidos por uma alimentação mais complexa e estimulante."
"A carne nunca foi o melhor alimento; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável, visto que as doenças nos animais estão crescendo rapidamente."
II. As Raízes Compartilhadas: Reformadores de Saúde do Século XIX
Tanto a "Palavra de Sabedoria" mórmon (1833) quanto a "Mensagem de Saúde" adventista (1863) não surgiram no vácuo. Ambas refletem — e em muitos aspectos copiam — as ideias dos reformadores de saúde americanos da primeira metade do século XIX, especialmente o movimento liderado por Sylvester Graham e William Alcott.
Sylvester Graham (1794-1851): O Pai da Reforma de Saúde Americana
Sylvester Graham, um ministro presbiteriano, iniciou em 1830 uma "cruzada pela saúde e reforma fisiológica". Suas ideias centrais incluíam:
Abstinência total de álcool (originalmente como palestrante da Pennsylvania Temperance Society)
Vegetarianismo estrito (Graham argumentava que carne e álcool "encorajavam a gula" e "degradavam corpo e alma")
Pão integral caseiro feito de farinha não refinada (daí o nome "farinha Graham" e "biscoitos Graham")
Banhos frios diários e exercícios regulares
Refeições regulares (exatamente às 6h, 12h e 18h), com apenas 3 itens por refeição
Evitar bebidas quentes (chá e café) e condimentos estimulantes (pimenta, mostarda)
Castidade e controle emocional (Graham acreditava que a dieta controlava impulsos sexuais)
Sono em colchões duros (não de penas), com janelas abertas para ventilação
"Casas de Pensão Graham" surgiram em cidades como Nova York, Boston e Rochester nas décadas de 1830-1840, onde moradores seguiam rigorosamente essas regras de vida.
William Alcott (1798-1859): O Médico Vegetariano
William Alcott, primo de Bronson Alcott (pai de Louisa May Alcott) e médico de Filadélfia, publicou extensivamente sobre vegetarianismo a partir de 1830. Suas obras incluem:
Lectures on Life and Health (1853)
Library of Health (periódico de reforma dietética)
O primeiro livro de receitas vegetarianas americano
Alcott foi o primeiro presidente da American Physiological Society (1837), fundada por seguidores de Graham. Ele enfatizava perspectiva médica e fisiológica para reforma dietética, ampliando o apelo além do Grahamismo religioso.
Outros Reformadores Contemporâneos
Larkin B. Coles - Médico que publicava sobre temperança e dieta
Mary Gove Nichols - Defensora da hidroterapia (cura pela água)
Reuben Mussey - Médico que promovia abstinência de álcool
James Caleb Jackson - Fundador do "Our Home Hygienic Institute" em Dansville, NY
Ponto crucial: As ideias de Graham, Alcott e outros estavam amplamente divulgadas em periódicos, livros e palestras públicas nas décadas de 1830-1850 — antes de Joseph Smith receber a "Palavra de Sabedoria" (1833) e décadas antes de Ellen White receber suas "visões de saúde" (1863).
III. O Plágio de Ellen White: Evidências de Prophetess of Health
Em 1976, o historiador Ronald L. Numbers — ele próprio neto de William H. Branson, presidente da Conferência Geral Adventista (1950-1954) — publicou Prophetess of Health: A Study of Ellen G. White, um estudo acadêmico devastador que documentou extensos plágios de Ellen White dos reformadores de saúde de sua época.
A Descoberta de Numbers
"Pouco depois de lançar minha pesquisa, descobri uma porção da biblioteca pessoal de John Harvey Kellogg em um caso trancado na biblioteca da Loma Linda University. Em alguns volumes ele havia anotado paralelos com os escritos de Ellen White, especialmente Christian Temperance and Bible Hygiene (1890). Esta descoberta redirecionou minha pesquisa."
— Ronald L. Numbers, entrevista à Adventist Today (2018)
Fontes Copiadas por Ellen White
Numbers documentou que Ellen White copiou extensivamente de:
Sylvester Graham - Lectures on the Science of Human Life (1839)
William Alcott - Lectures on Life and Health (1853); The Laws of Health (1857)
Larkin B. Coles - Philosophy of Health (1853)
James Caleb Jackson - How to Treat the Sick Without Medicine (1870)
Russell Trall - The Hydropathic Encyclopedia (1851)
Negação de Ellen White
Ellen White negou publicamente ter lido obras de reformadores de saúde antes de escrever suas próprias visões:
"Não li nenhuma obra sobre saúde até que eu tivesse escrito Spiritual Gifts, vol. III e IV, Appeal to Mothers, e esboçado a maior parte de meus seis artigos..."
— Ellen G. White, citada em Ellen G. White Found Guilty of Plagiarism
Mas os registros históricos provam o contrário. Numbers demonstrou que Ellen White teve acesso à biblioteca de James White (seu marido), que continha volumes de Graham, Alcott, e outros reformadores.
Reação Adventista
A publicação de Prophetess of Health causou furor na denominação adventista:
TIME Magazine (2 de agosto de 1976) publicou artigo intitulado "Profeta ou Plagiadora?" resumindo as acusações de Numbers.
O White Estate (órgão oficial custódio dos escritos de Ellen White) preparou uma crítica confidencial de 1.000 páginas, inicialmente recusando-se a compartilhá-la com Numbers.
Ron Graybill, do White Estate, publicamente chamou Numbers de "historiador selvagemente irresponsável".
Apesar disso, o livro tornou-se referência acadêmica padrão sobre Ellen White.
Numbers comenta:
"O que mais me surpreendeu foi a traição de alguns 'amigos'. Por exemplo, Ron Graybill publicamente alegou que eu era 'um historiador selvagemente irresponsável', e Dick Schwarz publicou uma revisão crítica me acusando de problemas que eu havia corrigido por causa da ajuda dele."
IV. Guerra no Céu: Teologias Paralelas sobre o Ciúme de Satanás
Além dos códigos de saúde, mórmons e adventistas compartilham uma narrativa teológica surpreendentemente similar sobre a origem do mal: uma "guerra no céu" causada pelo ciúme de Satanás (Lúcifer) contra Jesus Cristo.
Tabela Comparativa: Guerra no Céu
Elemento Teológico | Mórmons (SUD) | Adventistas (IASD) |
|---|---|---|
Existência Pré-Mortal | Todos os humanos existiam como espíritos antes de nascer | Apenas anjos existiam; humanos são criados na Terra |
Posição de Lúcifer | "Filho da Manhã", espírito de alta posição | Anjo "próximo a Cristo", querubim cobridor |
Causa da Rebelião | Lúcifer quis a glória que pertencia a Jesus; propôs "salvar todos" forçadamente | Lúcifer invejava Cristo por ser Filho de Deus; queria igualdade com Deus |
Motivo Específico | Ciúme pela honra dada a Jesus no conselho celestial | Ciúme porque Cristo foi consultado na criação do homem, Lúcifer não |
Resultado da Guerra | Lúcifer + 1/3 dos espíritos expulsos; perderam corpos mortais | Lúcifer + 1/3 dos anjos expulsos para a Terra |
Natureza do Conflito | Batalha sobre "livre-arbítrio" vs. salvação universal forçada | Batalha sobre autoridade de Cristo e validade da lei de Deus |
Fontes Primárias: Mórmons
Doutrina e Convêncios 76:25-28 (revelação de Joseph Smith, 1832):
"E isto que dizemos o vimos e ouvimos, e é o testemunho do evangelho de Cristo concernente aos que ressuscitarão na ressurreição dos condenados — Estes são os que foram filhos da perdição, que negaram o Filho depois de o Pai o haver revelado. Por isso ele manda que reinem com o diabo e seus anjos no inferno para todo o sempre... E enquanto estávamos ainda no Espírito, o Senhor mandou que escrevêssemos a visão."
Moisés 4:1-4 (Pérola de Grande Valor, 1830s):
"E eu, o Senhor Deus, disse a Moisés: Aquele Satanás, que tu viste, é aquele mesmo que existia desde o princípio; e ele veio perante mim, dizendo: Eis-me aqui, manda-me, eu serei teu filho e redimirei toda a humanidade, de modo que nem uma só alma se perderá, e certamente o farei; portanto, dá-me a tua honra. Mas eis que meu Filho Amado, que era meu Amado e Escolhido desde o princípio, me disse: Pai, seja feita a tua vontade e seja tua a glória para sempre. Por causa disso, Satanás se revoltou contra mim e procurou destruir o arbítrio do homem, que eu, o Senhor Deus, lhe havia dado... e também, para dar-lhe o meu poder; pela virtude de minha onipotência eu o lancei."
Comentário mórmon moderno:
"Satanás estava sempre muito ciumento de Jesus. Satanás tentou convencer os espíritos no céu de que podiam confiar em Jesus... A raiva e inveja de Satanás é porque Adão é colocado acima dele. Essa é a posição que Satanás queria."
Fontes Primárias: Adventistas
Ellen G. White, Early Writings (1858), p. 145:
"Satanás era um anjo honrado no céu, próximo a Cristo. Seu semblante, como o dos outros anjos, era suave e expressava felicidade. Sua testa era alta e larga, mostrando grande inteligência. Sua forma era perfeita; seu porte nobre e majestoso. Mas quando Deus disse a Seu Filho: 'Façamos o homem à nossa imagem,' Satanás ficou ciumento de Jesus. Ele desejava ser consultado a respeito da formação do homem, e porque não foi, ele se encheu de inveja, ciúme e ódio. Ele desejava receber a mais alta honra no céu, depois de Deus."
Ellen G. White, The Story of Redemption (1947), p. 13-14:
"Lúcifer invejava e tinha ciúmes de Jesus Cristo. Todavia, quando todos os anjos se curvaram diante de Jesus para reconhecer Sua supremacia e alta autoridade e direito legítimo de governar, ele [Lúcifer] curvou-se com eles; mas seu coração estava cheio de inveja e ódio... Lúcifer estava invejoso da posição mantida por Cristo e o Pai, e voltou-se de sua lealdade ao Comandante do céu."
Ellen G. White, Spiritual Gifts, vol. 3, p. 37 (1864):
"Todos os anjos estavam agitados. Satanás estava guerreando contra o governo de Deus, porque [ele era] ambicioso para exaltar-se a si mesmo e relutante em submeter-se à autoridade do Filho de Deus, o grande comandante do céu."
Ellen G. White, Manuscript 90-1910:
"Que Cristo deveria ter a preeminência depois de Deus. E houve guerra no céu... Bem, Lúcifer, ele estava lutando; ele tinha glória nas cortes celestiais, mas ele estava lutando pelo lugar de Cristo, próximo a Deus. Depois ele queria ser Deus, mas ele não pôde obter isso."
Análise Comparativa
As semelhanças são impressionantes:
Ambos ensinam que Satanás tinha posição privilegiada ("próximo a Cristo" / "Filho da Manhã")
Ambos identificam CIÚME como causa primária da rebelião
Ambos enfatizam que Satanás invejava a HONRA dada a Cristo pelo Pai
Ambos descrevem uma GUERRA literal no céu com anjos expulsos
Ambos ensinam que 1/3 dos anjos/espíritos seguiu Satanás
Diferença chave: Mórmons ensinam existência pré-mortal de humanos como espíritos; Adventistas não. Mas a narrativa da guerra celestial motivada por ciúme é virtualmente idêntica.
V. Conclusão: Conexões Intrínsecas Inegáveis
A análise comparativa revela que mórmons e adventistas são muito mais próximos do que suas lideranças gostariam de admitir:
1. Códigos de Saúde Paralelos: Ambos proíbem álcool, tabaco, chá e café; ambos recomendam vegetarianismo ou consumo mínimo de carne; ambos enfatizam grãos integrais, frutas e vegetais. As semelhanças não são coincidência — ambos derivam dos mesmos reformadores de saúde (Graham, Alcott) das décadas de 1830-1850.
2. Plágio Documentado: Ronald L. Numbers demonstrou acadêmicamente que Ellen White copiou extensivamente dos reformadores de saúde, contradizendo suas próprias alegações de originalidade revelada. Joseph Smith, similarmente, criou a "Palavra de Sabedoria" em 1833 — durante o auge do movimento de temperança e reforma Grahamista.
3. Teologia da Guerra no Céu: Ambas as denominações ensinam uma narrativa quase idêntica de Satanás como anjo de alta posição que se rebelou por ciúme e inveja de Jesus Cristo, levando a uma guerra celestial e expulsão de 1/3 dos anjos.
4. Profetisas vs. Profetas: Ambos os movimentos dependem de figuras proféticas (Joseph Smith; Ellen White) que alegam revelações divinas diretas, mas cujas "revelações" refletem suspeitamente as ideias já em circulação na cultura americana do século XIX.
Avaliação Final: Mórmons e adventistas emergiram do mesmo caldeirão cultural — o "Segundo Grande Despertar" religioso americano (1790-1840) e o movimento de reforma de saúde (1830-1860). Suas semelhanças não são acidentais, mas refletem origens compartilhadas em movimentos de temperança, reformadores de saúde, e narrativas apocalípticas sobre guerra cósmica. Ambos transformaram ideias culturais contemporâneas em "revelações divinas", criando códigos de saúde restritivos e teologias exclusivistas que persistem até hoje.
A ironia é que enquanto ambas as denominações se apresentam como possuidoras de "verdades únicas" reveladas por Deus, a evidência histórica demonstra que suas doutrinas distintivas foram, em grande medida, emprestadas, adaptadas ou copiadas de fontes seculares — e depois sacralizadas através de alegações de revelação profética.
Referências Acadêmicas
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Referências Bibliográficas
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