Este artigo examina criticamente a interpretação escatológica adventista que identifica uma futura aliança entre Estados Unidos e Vaticano como cumprimento profético de Apocalipse 13. A partir de análise bíblica, teológica e de evidências contemporâneas, o texto demonstra as fragilidades hermenêuticas desse modelo e destaca o papel atual do Vaticano como voz internacional em favor da paz e da liberdade religiosa.