Ellen White, a co-fundadora do adventismo, contou uma história sobre si mesma que revela um lado calculista e manipulador desde a infância. Este artigo examina o relato de W. A. Colcord e o que ele implica sobre seu caráter.
O artigo revela como a Igreja Adventista do Sétimo Dia supostamente oculta sua identidade em eventos evangelísticos e publicações, utilizando figuras como "especialistas" em vez de ministros, e minimizando a autoria de Ellen G. White para atrair novos membros.
A doutrina adventista do sétimo dia sobre o Milênio, com santos no céu e Satanás na Terra desolada, diverge significativamente da visão bíblica de um reino terrestre com Cristo.
Adventistas creem que o sábado é o Selo de Deus. Este artigo examina se essa doutrina se sustenta biblicamente ou depende indevidamente de Ellen G. White.
Este artigo examina a doutrina adventista do santuário celestial e o movimento de Cristo em 1844, confrontando-a com a evidência bíblica sobre a entrada de Jesus no Lugar Santíssimo após Sua ascensão.
A doutrina adventista do Juízo Investigativo postula um processo de averiguação celestial, mas a Bíblia revela um Deus onisciente que já conhece o coração de cada indivíduo sem necessidade de investigação. Essa dissonância levanta questões cruciais sobre a compatibilidade da crença adventista com o caráter divino.
Este artigo explora as interpretações adventistas do dízimo em relação ao "aumento" bíblico, questionando o cálculo sobre a renda bruta. Ele argumenta que a Bíblia ensina o dízimo sobre o lucro líquido, e não sobre a totalidade dos bens ou rendimentos brutos.
Este artigo examina a alegação adventista de ser a Igreja Remanescente e a associação de Ellen White com o "espírito de profecia", questionando suas bases bíblicas.
O artigo examina criticamente a interpretação adventista das Três Mensagens Angélicas, questionando suas bases e as implicações para a doutrina. Descubra como essa interpretação molda a visão adventista sobre outras denominações cristãs.
Circula nas redes sociais um vídeo de aparência inofensiva. Dois ou três comunicadores adventistas, em tom descontraído de reels, dirigem-se aos próprios correligionários com um recado: parem de envergonhar a igreja.
Quem assiste ao episódio esperando um único argumento decisivo sai frustrado — e quem o critica esperando derrubar um único pilar erra o alvo. A persuasão adventista, neste episódio como em geral, funciona por saturação: uma sucessão de afirmações curtas, ditas com calor pastoral, cada uma plausível isoladamente, que se acumulam até produzir no ouvinte a sensação de que "está tudo resolvido".
Eu gostaria que isto fosse Inteligência Artificial. Gostaria de poder dizer que foi um algoritmo que inventou, que exagerou, que alucinou. Mas não. Aquele stand de feira, com cartas coloridas espalhadas sobre a mesa e duas pessoas sorrindo enquanto jogam, está promovendo uma coisa muito real: o "jogo" do Grande Conflito.
Toda doutrina tem uma raiz histórica. No caso da Igreja Adventista do Sétimo Dia, essa raiz é precisa e datável: o dia 22 de outubro de 1844. O que para os adventistas é o início de um novo entendimento profético, para boa parte do cristianismo evangélico é o ponto exato em que um erro de interpretação foi transformado, por necessidade, em dogma.
Análise do juízo investigativo dos vivos na teologia adventista com base nos escritos de Ellen White. Descubra as implicações e desafios agora.
Quando você refaz a conta usando os 9 milhões que realmente aparecem no sábado — ou os cerca de 7 milhões que realmente devolvem dízimo — aí sim os números começam a fazer sentido.
Um pastor adventista afirma que o artigo definido em Êxodo 24:12 (ha-even) prova que as tábuas da lei foram talhadas da pedra de safira do trono de Deus, mencionada no versículo anterior. A análise do hebraico bíblico mostra que o argumento gramatical não se sustenta — o artigo apenas torna a frase "tábuas de pedra" definida, como ocorre em dezenas de construções similares. A tradição rabínica sobre tábuas de safira existe de fato, mas se baseia em um método hermenêutico completamente diferente do apresentado no sermão.
Ellen G. White, considerada profetisa pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, ensinou em sua obra O Desejado de Todas as Nações que Jesus Cristo ascendeu ao céu duas vezes: uma primeira ascensão temporária no próprio dia de Sua ressurreição para obter a confirmação do Pai de que Seu sacrifício havia sido aceito, e uma segunda ascensão definitiva quarenta dias depois, conforme registrado em Atos 1.
Conheça a história de Guilherme Miller e analise criticamente suas doutrinas e consequências no adventismo sob uma perspectiva bíblica evangélica.
O fruto dos primeiros 44 anos do ministério profético de Ellen White foi uma denominação legalista focada na perfeição de caráter. A Sra. White lamentou que o "mundo" estava dizendo "que os adventistas do sétimo dia falam da lei, da lei, mas não ensinam ou acreditam em Cristo" (Ellen White, Special Testimony to the Battle Creek Church , p. 36).
A natureza humana de Cristo é uma consideração teológica de extrema importância. Ellen White, em seus escritos, assumiu duas posições contraditórias sobre a natureza de Cristo. Em alguns textos, ela afirma categoricamente que Jesus assumiu a natureza humana não caída de Adão antes da queda. Em outros escritos, ela declara com igual certeza que Cristo assumiu a natureza humana caída de Adão após a queda, incluindo todas as fraquezas e tendências herdadas de quatro mil anos de pecado.
Análise bíblica das doutrinas adventistas sobre liberdade religiosa e decreto dominical, revelando inconsistências. Esclareça seus questionamentos lendo agora
Descubra como o Adventismo influenciou Charles Taze Russell em sua teologia. Análise com fontes históricas e refutação dos argumentos adventistas.
O Pastor disse que você não deve fazer tatuagens. Mas será que a Bíblia realmente ensina isso? Vamos direto ao ponto, com textos claros e verificáveis.
Descubra uma análise teológica dos transes e visões de Ellen White, questionando a origem de seu poder sobrenatural sob a luz bíblica. Leia e reflita.