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    A Hipocrisia e Insanidade dos Plágio de Ellen White
    Ellen White

    A Hipocrisia e Insanidade dos Plágio de Ellen White

    Descubra evidências documentadas do plágio de Ellen White e questione a inspiração profética adventista sob análise crítica evangélica. Leia e reflita.

    January 13, 202611 min min readBy Rodrigo Custódio

    Introdução

    Ellen Gould White (1827-1915), considerada pela Igreja Adventista do Sétimo Dia como profetisa inspirada por Deus, alegou receber visões divinas que supostamente guiaram a formação doutrinal da denominação. No entanto, uma análise cuidadosa de seus escritos revela um padrão sistemático e extenso de plágio literário, incluindo a apropriação de especulações teológicas de outros autores, que ela apresentou como revelações diretas de Deus. Este artigo examina casos concretos e documentados de plágio, demonstrando a hipocrisia fundamental de alegar inspiração divina enquanto copiava massivamente de fontes humanas.

    Caso 1: Plágio de John Ross Macduff - "The Words of Jesus" (1854)

    Contexto

    John Ross Macduff (1818-1895) foi um ministro presbiteriano escocês e prolífico autor de obras devocionais. Seu livro "The Words of Jesus" ("As Palavras de Jesus"), publicado em 1854, tornou-se amplamente popular no mundo de língua inglesa. Ellen White plagiou extensivamente desta obra, apresentando as palavras de Macduff como se fossem suas próprias revelações inspiradas.

    Exemplo 1: O "Vitorioso Todo-Poderoso"

    John Ross Macduff (1818-1895) - Original:

    "O Vitorioso Todo-Poderoso, com Sua coroa à vista, volta-se para Seus soldados fracos e cansados, e os exorta a ter coragem. Eles não estão lutando contra inimigos inexperientes… O Mediador Deus-Homem 'conhece suas dores'... É alguma provação esmagadora, ou tristeza avassaladora? Ele é 'familiarizado com a dor'. Ele, a poderosa Videira, conhece as mais minuciosas fibras da tristeza..." (The Words of Jesus, pp. 52, 53, 1854).

    Ellen White (1827-1915) - Plágio:

    "Cristo, o Vitorioso Todo-Poderoso, estende a Seus soldados cansados uma coroa de glória imortal; e Sua voz vem das portas semiabertas: 'Eis que estou convosco. Não tenhais medo. Estou familiarizado com todas as vossas dores. Levei vossos sofrimentos. Não estais guerreando contra inimigos inexperientes.'" (The Great Controversy [O Grande Conflito], pp. 632, 633, 1911; Spirit of Prophecy vol. 4, p. 449, 1884).

    Análise:
    A semelhança é inegável e vai além da coincidência casual. Ellen White copiou:

    • A metáfora central: "Vitorioso Todo-Poderoso" (Almighty Victor)

    • A referência a "soldados cansados/fracos" (weary soldiers)

    • A menção de coroa/glória

    • A frase "inimigos inexperientes" (untried enemies)

    • A referência a conhecer dores/sofrimentos

    Esta passagem aparece na Lição da Escola Sabatina de sexta-feira, 29 de agosto de 2025, demonstrando que a igreja adventista continua usando material plagiado em seu currículo oficial.

    Exemplo 2: As Pegadas Consagradas

    John Ross Macduff (1818-1895) - Original:

    "O caminho para o céu está consagrado por Suas pegadas. Cada espinho que os fere, feriu-O antes. Cada cruz que podem carregar, Ele carregou antes." (The Words of Jesus, p. 53, 1854).

    Ellen White (1827-1915) - Plágio:

    "O caminho para o céu está consagrado por Suas pegadas. Cada espinho que fere nossos pés feriu os dEle. Cada cruz que somos chamados a carregar, Ele carregou antes de nós." (The Great Controversy, p. 633, 1911; Spirit of Prophecy vol. 4, p. 449, 1884).

    Análise:
    Esta é uma cópia quase palavra por palavra. Ellen White simplesmente mudou "os fere" para "fere nossos pés" e "podem carregar" para "somos chamados a carregar". O resto é idêntico. Esta passagem também foi citada na Lição da Escola Sabatina de 29 de agosto de 2025.

    Exemplo 3: O Recuo da Natureza Santa

    John Ross Macduff (1818-1895) - Original:

    "Ele estava 'ainda sem pecado'; mas este recuo de Sua santa natureza do mal moral." (The Words of Jesus, p. 53, 1854).

    Ellen White (1827-1915) - Plágio:

    "Como o Sem Pecado, Sua natureza recuava do mal." (Testimonies for the Church [Testemunhos para a Igreja], vol. 2, p. 201, 1869).

    Análise:
    Novamente, Ellen White tomou o conceito e a linguagem específica de Macduff - "natureza... recuava do mal" - e o apresentou como revelação divina quinze anos antes da publicação original de Macduff estar amplamente disponível.

    Caso 2: Plágio de Henry Melvill - "Sermons" (1844)

    Contexto

    Henry Melvill (1798-1871) foi um proeminente pregador anglicano e autor de sermões teológicos. Seus sermões, publicados em 1844, continham especulações teológicas sobre o pecado de Adão. Significativamente, o White Estate (arquivo oficial de Ellen White) possui a cópia pessoal de Ellen White de "Sermons" de Melvill, publicado em 1844, confirmando que ela teve acesso direto a esta fonte.

    A Especulação sobre o Pecado de Adão

    Henry Melvill (1798-1871) - Original:

    "Muitos consideram o castigo da transgressão de Adão como uma pena muito severa para um pecado tão pequeno..." (Sermons by Henry Melvill, p. 418, 1844).

    "...mas no momento em que a ação foi feita o teste da obediência, ela adquiriu uma importância que não poderia ser excluída... Se permitirmos que, até o instante da proibição, Adão pudesse ter colhido e comido o fruto sem fazer o menor erro, isso não interfere com o argumento de que no instante em que a proibição foi emitida, o que antes era indiferente tornou-se incalculavelmente criminoso" (Sermons by Henry Melvill, p. 417, 1844).

    Ellen White (1827-1915) - Plágio:

    "Muitos consideram o castigo da transgressão de Adão como uma pena muito severa para um pecado tão pequeno... Se Deus não tivesse proibido Adão e Eva de participar do fruto da árvore do conhecimento, sua ação ao tomá-lo não teria sido pecaminosa. Até o momento da proibição de Deus, Adão poderia ter comido do fruto daquela árvore sem perceber nenhum mal. Mas depois que Deus disse: Não comerás, o ato tornou-se um crime de grande magnitude" (Signs of the Times, 23 de janeiro de 1879, par. 14).

    Análise:
    Este é um dos exemplos mais perturbadores do plágio de Ellen White porque envolve pura especulação teológica apresentada como revelação divina:

    1. Nenhuma Base Bíblica: A Bíblia nunca diz que Adão poderia ter comido da árvore proibida antes da proibição sem consequências. Esta é uma especulação filosófica de Melvill.

    2. Apropriação de Especulação como Revelação: Ellen White copiou esta especulação humana e a apresentou como se fosse revelação divina recebida em visão.

    3. Implicações Teológicas Problemáticas: A especulação sugere que o pecado é arbitrário - baseado apenas no mandamento de Deus, não na natureza intrínseca do ato. Isso contradiz outros ensinos bíblicos sobre a natureza do pecado.

    4. Evidência Documental: O fato de que o White Estate possui a cópia pessoal de Ellen White do livro de Melvill de 1844 comprova que ela teve acesso direto à fonte.

    Caso 3: A Mudança do Sábado na Gênesis - Especulação Apresentada como Fato

    A Alegação de Ellen White

    Ellen White (1827-1915):

    "Os descendentes de Caim não tiveram o cuidado de respeitar o dia em que Deus descansou. Eles escolheram seu próprio tempo para trabalhar e para descansar, independentemente do mandamento especial de Jeová. Havia duas classes distintas sobre a terra. Uma classe estava em aberta rebelião contra a lei de Deus, enquanto a outra obedecia aos Seus mandamentos e reverenciava Seu Sábado." (Signs of the Times, 6 de fevereiro de 1879, par. 16; Spirit of Prophecy vol. 1, p. 60, 1870).

    "O Sábado foi instituído no Éden e observado por nossos primeiros pais antes da queda. Por causa de Adão e Eva terem desobedecido ao mandamento de Deus e comido do fruto proibido, foram expulsos do Éden; mas observaram o Sábado após sua queda." (Signs of the Times, 6 de fevereiro de 1879, par. 15).

    Análise da Insanidade Teológica

    1. Zero Base Bíblica: A Bíblia não menciona nada sobre Caim ou seus descendentes mudando o dia de descanso. Esta é pura invenção especulativa.

    2. Anacronismo Histórico: A observância formal do sábado foi instituída na época de Moisés (Êxodo 16, 20), não na época de Adão ou Caim.

    3. Lógica Absurda: Se os descendentes de Caim mudaram o sábado para outro dia, qual dia escolheram? Ellen White não diz. Como poderiam "escolher seu próprio tempo" enquanto ainda mantinham um padrão de "outro dia"? Isso é contraditório.

    4. Projeção Doutrinária: Ellen White está claramente projetando a controvérsia do sábado do século XIX de volta ao Gênesis para dar autoridade antiga à doutrina adventista. Isso é eisegese (ler significado no texto), não exegese (extrair significado do texto).

    5. Contradição com a Própria Bíblia: Gênesis 4 não menciona nada sobre observância ou violação do sábado por Caim ou seus descendentes.

    O Reconhecimento da Igreja da Extensão do Plágio

    Admissões Oficiais

    Apesar das décadas de negação, a própria liderança adventista foi forçada a reconhecer a extensão alarmante do plágio de Ellen White:

    1. Presidente da Conferência Geral Neal C. Wilson (1980):

      • Admitiu que "o grau de material emprestado e dependência literária é de proporções alarmantes"

      • Reconheceu que se os membros da igreja descobrissem isso sem preparação adequada, "poderia se provar desastroso"

    2. Comitê Ad Hoc (Janeiro de 1980):

      • Comitê especial nomeado para estudar as descobertas de Walter Rea

      • Reconheceu que Ellen White usou fontes "mais extensivamente do que anteriormente reconhecido"

    3. Estudo de Fred Veltman:

      • Estudo de 8 anos sobre "O Desejado de Todas as Nações"

      • Descobriu que 30-40% da pequena amostra estudada era plagiada

      • Pesquisas posteriores sugeriram que alguns capítulos tinham dependência de 80-90% de fontes externas

    4. Walter Rea:

      • Pastor adventista que descobriu o extenso plágio

      • Foi demitido da igreja em 13 de novembro de 1981 por revelar suas descobertas

      • Publicou "The White Lie" (A Mentira Branca) em 1982

      • Nunca retratou suas descobertas e mantém sua posição até hoje

    Defesas Absurdas da Igreja

    A igreja tentou várias defesas insustentáveis:

    1. "Memória Fotográfica Inconsciente":

      • Alegação de que Ellen White tinha memória fotográfica e copiava inconscientemente

      • Robert Olson (secretário do White Estate): "Olson também disse que dá credibilidade a uma teoria... de que White tinha memória fotográfica e inconscientemente usava as frases e escolhas de palavras de outros escritores"

      • Esta defesa é absurda porque: (a) não explica a seleção e edição sistemática de material; (b) não explica a omissão consistente de créditos; (c) sugere que Deus daria "visões" que eram na verdade memórias inconscientes

    2. "Padrões de Direitos Autorais do Século XIX":

      • Vincent L. Ramik (advogado católico contratado pela igreja) argumentou que Ellen White não era diferente de seus contemporâneos

      • Isso não aborda a questão central: ela alegou inspiração divina, não autoria humana comum

    3. "Ela era a mestra, não a escrava de suas fontes":

      • Herbert E. Douglass argumentou que ela usava fontes "para amplificar ou declarar mais fortemente seus próprios temas transcendentes"

      • Isso ignora que ela alegou receber esses temas de Deus, não de livros

    A Hipocrisia Fundamental

    Alegação vs. Realidade

    O que Ellen White alegou:

    • Receber visões diretas de Deus

    • Ser guiada pelo Espírito Santo

    • Produzir "testemunho de Deus"

    • Escrever sob inspiração divina

    A realidade documentada:

    • Copiou massivamente de autores humanos (30-90% dependendo da obra)

    • Usou especulações teológicas de outros como se fossem revelações

    • Raramente ou nunca creditou suas fontes

    • Editou e compilou de múltiplos autores

    A Escala da Decepção

    1. Volume: Mais de 100.000 páginas de material escrito

    2. Extensão: Plágio documentado em praticamente todas as suas obras principais

    3. Método: Paráfrase sistemática, compilação e cópia direta

    4. Duração: Durante toda sua carreira de escrita (décadas)

    5. Ocultação: Deliberadamente ocultou suas fontes e alegou inspiração divina

    Casos Específicos de Insanidade

    1. Transformar Especulação em "Assim Diz o Senhor"

    A apropriação da especulação de Melvill sobre Adão exemplifica a insanidade fundamental:

    • Melvill ofereceu uma especulação filosófica: "E se Adão pudesse ter comido antes da proibição?"

    • Ellen White apresentou isso como fato revelado por Deus: "Até o momento da proibição de Deus, Adão poderia ter comido..."

    • Ela transformou um exercício de pensamento hipotético em afirmação dogmática

    2. Inventar História Bíblica

    A alegação sobre Caim e o sábado demonstra fabricação completa:

    • Nenhum texto bíblico menciona Caim ou seus descendentes mudando o sábado

    • Nenhuma tradição judaica antiga apoia esta ideia

    • Nenhum estudioso bíblico antes de Ellen White fez esta afirmação

    • Ela simplesmente inventou para apoiar a teologia adventista do sábado

    3. Copiar Quase Palavra por Palavra e Chamar de "Visão"

    As passagens de Macduff mostram que Ellen White:

    • Copiou metáforas ("Vitorioso Todo-Poderoso", "soldados cansados")

    • Copiou frases inteiras ("consagrado por Suas pegadas")

    • Copiou conceitos teológicos ("natureza recuava do mal")

    • Apresentou tudo como se tivesse visto em visão sobrenatural

    Implicações Teológicas

    Para a Doutrina da Inspiração

    Se Ellen White estava copiando de fontes humanas:

    1. Suas "visões" não eram de Deus, mas de livros

    2. Sua alegação de inspiração profética é falsa

    3. A autoridade doutrinária adventista é fundamentalmente comprometida

    4. A própria existência da igreja como "remanescente" é questionada

    Para a Credibilidade da Igreja

    A igreja adventista enfrenta uma crise de credibilidade:

    1. Sabia do plágio por mais de 100 anos (confirmado por cartas internas)

    2. Ocultou deliberadamente dos membros

    3. Demitiu aqueles que revelaram a verdade (Walter Rea)

    4. Continua publicando o material plagiado como "inspirado"

    Para os Membros Individuais

    Membros adventistas devem confrontar:

    1. Foram enganados sobre a natureza dos escritos de Ellen White

    2. Decisões de vida baseadas em "testemunhos" que eram plágio

    3. Doutrinas distintivas (sábado, santuário, investigação de julgamento) baseadas em profeta fraudulenta

    4. A confiança traída pela liderança da igreja

    Conclusão: A Loucura da Hipocrisia

    A hipocrisia de Ellen White atinge níveis de insanidade quando consideramos:

    1. Escala Sem Precedentes: Mais de meio século de fraude literária contínua

    2. Audácia Descarada: Copiar extensivamente enquanto alegava inspiração divina exclusiva

    3. Especulação como Revelação: Transformar exercícios teológicos humanos em "Assim Diz o Senhor"

    4. Invenção Histórica: Fabricar eventos bíblicos inteiros para apoiar doutrinas

    5. Ocultação Sistemática: Nunca creditar fontes enquanto alegava originalidade divina

    6. Cumplicidade Institucional: A igreja sabendo e ocultando por mais de um século

    7. Exploração Espiritual: Usar alegação de autoridade divina para controlar vidas de milhões

    A evidência é esmagadora e indiscutível: Ellen White não era profetisa de Deus, mas plagiadora em escala industrial que fraudulentamente alegou inspiração divina para material copiado de fontes humanas. A hipocrisia de apresentar especulações de outros como revelações de Deus, enquanto condenava outros por não seguir suas "visões", revela não apenas desonestidade literária, mas uma fraude religiosa de proporções monumentais.

    A pergunta que cada adventista deve fazer não é "O plágio aconteceu?" - isso está provado além de qualquer dúvida razoável. A pergunta é: "O que vou fazer com esta verdade?"

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    Bibliographic References

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