
Os Cinco Pontos que Afastam o Adventismo do Cristianismo Ortodoxo
O adventismo do sétimo dia se apresenta como continuidade do cristianismo histórico, mas análises teológicas detalhadas revelam cinco pontos fundamentais em que a denominação se afasta da ortodoxia cristã. Esses pontos não são questões periféricas, mas doutrinas centrais que afetam diretamente a natureza da salvação, a autoridade das Escrituras e a pessoa de Cristo. Este artigo examina cada um desses pontos, contrastando-os com o ensino bíblico histórico.
Introdução
O adventismo do sétimo dia se apresenta como continuidade do cristianismo histórico, mas análises teológicas detalhadas revelam cinco pontos fundamentais em que a denominação se afasta da ortodoxia cristã. Esses pontos não são questões periféricas, mas doutrinas centrais que afetam diretamente a natureza da salvação, a autoridade das Escrituras e a pessoa de Cristo. Este artigo examina cada um desses pontos, contrastando-os com o ensino bíblico histórico.
Ponto 1: Autoridade de Ellen White como Intérprete Infalível das Escrituras
Introdução ao Problema
A Igreja Adventista do Sétimo Dia atribui a Ellen G. White autoridade profética que, na prática, coloca seus escritos acima da Bíblia como guia interpretativo final. Embora oficialmente afirmem que "a Bíblia é o padrão pelo qual todo ensino e experiência devem ser testados", a Crença Fundamental 18 deixa claro que Ellen White possui "autoridade profética" para "orientação, instrução e correção da igreja".
Desafios dessa Realidade
O problema surge quando se percebe que, na estrutura adventista, Ellen White não é apenas uma escritora devocional, mas a autoridade final para resolver disputas interpretativas. Isso significa que qualquer leitura bíblica que contrarie Ellen White é considerada errônea, independentemente do mérito exegético. A denominação ensina explicitamente que rejeitar os escritos de Ellen White equivale a rejeitar o próprio Deus.
Evidências Textuais
Crença Fundamental 18:
"Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Esse dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja."
— Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Nisto Cremos: 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2018), Crença Fundamental 18, p. 278.
Declaração de Confiança nos Escritos de Ellen White (2022):
"Acreditamos que os escritos de Ellen G. White foram inspirados pelo Espírito Santo e são centrados em Cristo e baseados na Bíblia. Em vez de substituir as Escrituras, eles elevam seu caráter normativo, protegem a igreja de 'todo vento de doutrina' (Ef 4:14)... Eles também nos ajudam a superar a tendência humana de aceitar da Bíblia o que gostamos e distorcer ou desconsiderar o que não gostamos."
— Sessão da Conferência Geral, St. Louis, Missouri, junho de 2022, Declaração de Confiança nos Escritos de Ellen G. White, linhas 21-26.
Ellen G. White sobre a igreja adventista não ser Babilônia:
"Meu irmão, se estais ensinando que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é Babilônia, estais errado. Deus não vos deu semelhante mensagem para transmitir. Satanás usará toda mente a que puder obter acesso, inspirando os homens a originarem falsas teorias ou a se desviarem para alguma linha falsa."
— Ellen G. White, Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 58-59.
Contraste com o Cristianismo Ortodoxo
O cristianismo histórico afirma que Cristo é a autoridade final, tanto interpretativa quanto profética. Hebreus 1:1-2 declara: "Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho." Não há necessidade de revelação adicional após Cristo, pois Ele é a Palavra final de Deus.
A Reforma Protestante estabeleceu o princípio de sola Scriptura — somente a Escritura possui autoridade normativa. Qualquer ensinamento, experiência ou profecia deve ser testado exclusivamente pela Bíblia, não por uma suposta profetisa moderna.
Ponto 2: Guarda Sabática como Requisito Salvífico Escatológico
Introdução ao Problema
O adventismo ensina que, no fim dos tempos, a observância do sábado do sétimo dia se tornará o "teste decisivo" que dividirá a humanidade entre salvos e perdidos. Segundo a doutrina adventista, aqueles que rejeitarem o sábado após conhecê-lo receberão a "marca da besta", enquanto os que o guardarem receberão o "selo de Deus".
Desafios dessa Realidade
Essa doutrina transforma um dia específico em requisito para a salvação, contradizendo frontalmente a mensagem do evangelho de que somos salvos pela graça mediante a fé, independentemente de obras (Efésios 2:8-9). O adventismo admite que cristãos "ignorantes" da obrigação sabática podem ser salvos, mas uma vez que aprendem e rejeitam, perdem a salvação.
Evidências Textuais
Crença Fundamental 20:
"O Criador bondoso, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da imutável Lei de Deus requer a observância desse sábado do sétimo dia como o dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com os ensinos e prática de Jesus, o Senhor do sábado."
— Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Nisto Cremos: 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2018), Crença Fundamental 20, p. 302-303.
Ellen G. White sobre o sábado como teste final:
"O sábado será a pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem."
— Ellen G. White, O Grande Conflito (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2021), p. 605.
Ellen G. White sobre a guarda do sábado como sinal:
"Ao passo que a observância do sábado espúrio em conformidade com a lei do Estado, contrária ao quarto mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que se acha em oposição a Deus, é a guarda do verdadeiro sábado, em obediência à lei divina, uma prova de lealdade para com o Criador."
— Ellen G. White, O Grande Conflito (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2021), p. 605.
Contraste com o Cristianismo Ortodoxo
O cristianismo ortodoxo ensina que nenhuma guarda de dias é mais necessária para a salvação, sendo Cristo o nosso descanso eterno (Mateus 11:28; Hebreus 4:9-10). Paulo é explícito em Colossenses 2:16-17: "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo."
Romanos 14:5-6 confirma: "Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente." Dias não fazem mais parte do acordo da nova aliança; não são pontos salvíficos.
Ponto 3: Juízo Investigativo para a Salvação de Pessoas Vivas antes da Volta de Cristo
Introdução ao Problema
A doutrina do "juízo investigativo" é exclusiva do adventismo e ensina que, desde 1844, Cristo está no "lugar santíssimo" do santuário celestial, investigando a vida de todos os professos cristãos (vivos e mortos) para determinar quem é digno da salvação. Esse julgamento pré-advento ocorre antes da segunda vinda de Cristo.
Desafios dessa Realidade
Essa doutrina contradiz diretamente as palavras de Jesus em João 5:24, que afirma que os crentes não entram em juízo. Ela também nega a suficiência da obra de Cristo na cruz, sugerindo que ainda há um processo de "investigação" para determinar quem será salvo.
Evidências Textuais
Crença Fundamental 24:
"Há um santuário no Céu, o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando disponíveis aos crentes os benefícios de Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas, na cruz... Em 1844, no fim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório... É uma obra de juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de todo pecado, simbolizada pela purificação do antigo santuário hebraico, no Dia da Expiação."
— Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Nisto Cremos: 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2018), Crença Fundamental 24, p. 380-381.
Continuação da Crença 24:
"O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos dormem em Cristo, sendo, portanto, nEle considerados dignos de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, permanece em Cristo, guardando os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, estando, portanto, nEle preparados para a trasladação ao Seu reino eterno."
— Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Nisto Cremos: 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2018), Crença Fundamental 24, p. 381.
Ellen G. White sobre o juízo investigativo:
"Ao serem abertos os livros de registro no juízo, é passada em revista perante Deus a vida de todos os que creram em Jesus. Começando pelos que primeiro viveram na Terra, nosso Advogado apresenta os casos de cada geração sucessiva, finalizando com os vivos."
— Ellen G. White, O Grande Conflito (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2021), p. 483.
Contraste com o Cristianismo Ortodoxo
O cristianismo ortodoxo ensina que aquele que crê em Cristo não entra em juízo. João 5:24 é explícito: "Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida."
Romanos 8:1 confirma: "Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus." A salvação é um dom gratuito recebido no momento da fé, não o resultado de um julgamento investigativo futuro.
Ponto 4: Alteração na Natureza de Cristo Jesus (Cristo como Miguel, o Arcanjo)
Introdução ao Problema
O adventismo oficial identifica Jesus Cristo como "Miguel, o Arcanjo", ensinando que Cristo assumiu a natureza angelical em algum momento de sua existência. Essa doutrina aparece repetidamente nos escritos de Ellen White e em publicações adventistas oficiais, revelando uma cristologia que reduz Cristo a uma categoria angelical ou sugere mudanças ontológicas em sua natureza divina.
Desafios dessa Realidade
Essa posição nega a imutabilidade e divindade plena de Cristo, sugerindo que Ele "se tornou" anjo, ou que precisou "esvaziar-se" de sua natureza divina para assumir uma natureza angelical. Se Cristo passou por transformações ontológicas, tornando-se anjo, Ele não pode ser o Deus eterno e imutável das Escrituras, co-igual e co-eterno com o Pai. Essa cristologia é inconsistente com a doutrina bíblica da encarnação, onde Cristo assume natureza humana sem deixar de ser plenamente Deus.
Evidências Textuais
O Adventismo sobre Cristo tornando-se anjo:
"Ele não aspirava ser igual a Deus, 'não considerou uma usurpação' do trono do universo mas Ele se esvaziou, entregou-se, ali e então, pelos pecadores. Ele tomou a forma de servo, tornando-se um anjo entre os anjos para que pudesse redimir os anjos."
— Signs of the Times, 6 de junho de 1911, p. 6.
O Adventismo sobre Cristo como Miguel e sua natureza angelical:
"Esse foi o trabalho da Palavra de Deus, o Logos eterno, quando Ele se tornou Miguel o Arcanjo, quando Ele se tornou Jesus, o Homem de Nazaré, quando Ele foi ungido como o Cristo, quando Ele morreu como nosso Sacrifício no Calvário. No entanto, durante todo esse tempo, os exércitos do mal, com todos os dispositivos cruéis, enganosos e malefícos do pecado, foram lançados contra Ele, para que o caráter de Deus fosse desfigurado, para que o grande Vindicador—Redentor pudesse cair."
— Signs of the Times, 6 de junho de 1911, p. 6.
O Adventismo explicando a transformação ontológica de Cristo:
"Qualquer que seja o nome que Ele tome ao esmagar o pecado e a rebelião, ao redimir os perdidos e restaurar a harmonia no universo, esse nome deve indicar que Deus está Nele e com Ele, no mesmo plano e na mesma natureza da classe de seres para os quais Ele é enviado. Vivendo a vida divina no plano dos anjos, dos quais Satanás foi um, embora caído, Ele pôde neutralizar a força das acusações de Satanás. Assim, quando Ele se tornou um anjo, o fato não pode ser esquecido de que Ele era Deus com os anjos, ainda vivendo no plano deles, possuindo suas naturezas; e esse pensamento é preservado no nome que Ele carrega como um anjo."
— Signs of the Times, 23 de julho de 1912, p. 10.
Contraste com o Cristianismo Ortodoxo
O cristianismo ortodoxo ensina que Cristo não possui uma natureza angelical, e Cristo não é Miguel. Hebreus 1:5 pergunta: "Pois a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho?" A resposta implícita é: a nenhum. Jesus é Deus, não anjo.
Filipenses 2:6-7 afirma que Cristo "subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens". O esvaziamento (kenosis) de Cristo não foi de sua divindade para se tornar anjo, mas a adição voluntária de natureza humana à sua natureza divina imutável. Ele não deixou de ser Deus; Ele assumiu humanidade.
Judas 9 distingue claramente Miguel (um arcanjo) do Senhor (Jesus), mostrando que são pessoas diferentes: "Mas o arcanjo Miguel... não ousou proferir juízo blasfemo, mas disse: O Senhor te repreenda."
Hebreus 1:6 declara: "E todos os anjos de Deus o adorem", demonstrando que Cristo é superior aos anjos e objeto de adoração angélica, não um membro da classe angelical.
Ponto 5: Exclusivismo Remanescente Contra Todos os Demais Grupos Cristãos
Introdução ao Problema
O adventismo ensina que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é a única "igreja remanescente" verdadeira, identificada em Apocalipse 12:17. Todas as outras denominações cristãs são consideradas parte de "Babilônia", de onde os verdadeiros cristãos devem "sair".
Desafios dessa Realidade
Esse exclusivismo nega a existência de verdadeiros cristãos fora da organização adventista e promove a ideia de que a salvação está ligada à filiação denominacional, não apenas à fé em Cristo.
Evidências Textuais
Ellen G. White sobre a Igreja Adventista não ser Babilônia:
"Meu irmão, se estais ensinando que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é Babilônia, estais errado. Deus não vos deu semelhante mensagem para transmitir. Satanás usará toda mente a que puder obter acesso, inspirando os homens a originarem falsas teorias."
— Ellen G. White, Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 58-59.
Ellen G. White sobre quem é a igreja de Deus:
"Deus tem uma igreja sobre a Terra, que é Seu povo escolhido, que guarda os Seus mandamentos. Ele está conduzindo, não ramificações desgarradas, não um aqui e outro ali, mas um povo... Não devemos pensar que os escolhidos de Deus, que estão procurando andar na luz, constituem Babilônia. As igrejas denominacionais caídas são Babilônia."
— Ellen G. White, Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 61.
Crença Fundamental 13 sobre a igreja remanescente:
"A igreja universal compõe-se de todos os que verdadeiramente creem em Cristo; mas, nos últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento."
— Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Nisto Cremos: 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2018), Crença Fundamental 13, p. 227.
Contraste com o Cristianismo Ortodoxo
O cristianismo ortodoxo ensina que não há uma organização ou CNPJ que representa Deus na terra. Todos os que seguem a Cristo o representam e são luz e sal do mundo (Mateus 5:13-16). A igreja são as pessoas, não uma instituição denominacional.
Jesus orou pela unidade de todos os crentes (João 17:20-21), não pela separação em uma única denominação exclusiva. Paulo reconheceu a existência de cristãos genuínos em diversas localidades e contextos, sem exigir filiação a uma organização específica (1 Coríntios 1:2; Romanos 16:1-16).
Conclusão
Os cinco pontos examinados neste artigo revelam que o adventismo do sétimo dia se afasta significativamente da ortodoxia cristã histórica em áreas centrais da fé. A autoridade profética de Ellen White compete com a suficiência de Cristo e das Escrituras; a guarda sabática é transformada em requisito escatológico de salvação; o juízo investigativo nega a suficiência da obra de Cristo; a natureza de Cristo é confundida com a de Miguel, o arcanjo; e o exclusivismo denominacional substitui a unidade em Cristo por filiação institucional.
O cristianismo ortodoxo, em contraste, apresenta Cristo como autoridade final, descanso eterno, juiz que já justificou os crentes, Deus eterno e imutável, e cabeça de uma igreja universal composta por todos os que nele creem. A diferença não é periférica, mas fundamental: trata-se da diferença entre a salvação pela graça mediante a fé somente em Cristo, e a salvação condicionada à obediência a uma organização, a uma profetisa e a um sistema de doutrinas distintivas.
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Bibliographic References
Hebreus 1:1-2. Bíblia.
Efésios 2:8-9. Bíblia.
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Hebreus 4:9-10. Bíblia.
Colossenses 2:16-17. Bíblia.
Romanos 14:5-6. Bíblia.
João 5:24. Bíblia.
Romanos 8:1. Bíblia.
Hebreus 1:5. Bíblia.
Filipenses 2:6-7. Bíblia.
Judas 9. Bíblia.
Hebreus 1:6. Bíblia.
Apocalipse 12:17. Bíblia.
Mateus 5:13-16. Bíblia.
João 17:20-21. Bíblia.
1 Coríntios 1:2. Bíblia.
Romanos 16:1-16. Bíblia.
WHITE, Ellen G. (2014). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7. Casa Publicadora Brasileira.
WHITE, Ellen G. (2022). Mensagens Escolhidas, vol. 1. Casa Publicadora Brasileira.
Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia (2018). Nisto Cremos: 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Casa Publicadora Brasileira.
(2018). Enciclopédia Adventista do Sétimo Dia. Casa Publicadora Brasileira.
Sessão da Conferência Geral (2022). Declaração de Confiança nos Escritos de Ellen G. White.
(2022). Declaração de Confiança nos Escritos de Ellen G. White. Sessão da Conferência Geral, St. Louis, Missouri, junho de 2022.
WHITE, Ellen G. (2021). O Grande Conflito. Casa Publicadora Brasileira.
WHITE, Ellen G. (2008). Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos. Casa Publicadora Brasileira.