Este artigo explora as interpretações adventistas do dízimo em relação ao "aumento" bíblico, questionando o cálculo sobre a renda bruta. Ele argumenta que a Bíblia ensina o dízimo sobre o lucro líquido, e não sobre a totalidade dos bens ou rendimentos brutos.
Este artigo examina a alegação adventista de ser a Igreja Remanescente e a associação de Ellen White com o "espírito de profecia", questionando suas bases bíblicas.
O artigo examina criticamente a interpretação adventista das Três Mensagens Angélicas, questionando suas bases e as implicações para a doutrina. Descubra como essa interpretação molda a visão adventista sobre outras denominações cristãs.
A quinta crença fundamental adventista declara: "Deus, o Espírito Eterno, estava ativo com o Pai e o Filho na criação, encarnação e redenção. Ele inspirou os escritores das Escrituras. Encheu a vida de Cristo de poder. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e transformados por Ele à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre com os filhos de Deus, Ele concede dons espirituais à igreja, capacita-a a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras, guia-a a toda a verdade".
A quarta crença fundamental adventista declara: "Deus, o Filho Eterno, encarnou-se como Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo.
Análise crítica da Crença 3 do adventismo sobre Deus o Pai revela contradições históricas e teológicas. Leia e descubra evidências surpreendentes.
Quando a Igreja Mudou de Ideia: A Trindade Que os Pioneiros Rejeitaram. A segunda crença fundamental adventista declara: "Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e está além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de sua autorrevelação".
A Primeira crença fundamental dos adventistas parece impecável. Eles afirmam que "as Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita", que constituem "a revelação infalível, suprema e repleta de autoridade" e são "o revelador definitivo de doutrinas". Qualquer evangélico conservador poderia assinar esse texto sem hesitar.