
Crença 4 - Deus, o Filho
A quarta crença fundamental adventista declara: "Deus, o Filho Eterno, encarnou-se como Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo.
A quarta crença fundamental adventista declara: "Deus, o Filho Eterno, encarnou-se como Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo para sempre verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente humano, Jesus, o Cristo. Foi concebido do Espírito Santo e nasceu da virgem Maria. Viveu e experimentou a tentação como ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justia e o amor de Deus. Por seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu voluntariamente na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu ao Céu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez, em glória, para o livramento final de seu povo e a restauração de todas as coisas".
Qualquer cristão evangélico lendo essa declaração diria: "Perfeito! Essa é a cristologia ortodoxa clássica". E estaria certo. Mas há um problema histórico devastador: Ellen White ensinou o oposto durante décadas.
Os 10 Problemas do Jesus de Ellen White
Antes de mergulharmos nas evidências, é necessário listar os 10 principais problemas teológicos da cristologia de Ellen White:
O Jesus de Ellen White se parece fisicamente com Deus Pai
O Jesus de Ellen White não é Deus, mas um ser inferior a Deus, equivalente aos anjos
O Jesus de Ellen White é o Arcanjo Miguel
O Jesus de Ellen White veio ao mundo morrer na cruz para vingar a lei de Deus
O Jesus de Ellen White é o maior exemplo de que humanos de natureza caída podem viver sem cometer pecados
O Jesus de Ellen White foi encarnado como ser humano com natureza pecaminosa, como eu e você
O Jesus de Ellen White não sabia se ele venceria a morte e ressuscitaria após a cruz
O Jesus de Ellen White vai voltar ao mundo quando os Adventistas conseguirem reproduzir neles mesmos o caráter de Cristo
O Jesus de Ellen White morreu na cruz, mas o sacrifício de Cristo não terminou na cruz
O Jesus de Ellen White não tomará sobre si nossos pecados, mas sim Satanás
Cada um desses pontos ataca diretamente Jesus Cristo em sua identidade, propósito, missão e salvação. Qualquer um deles, mesmo isoladamente, nega o Cristo verdadeiro e os propósitos de Deus.
O Contexto: Tiago White, o Marido Antitrinitariano
Antes de examinarmos Ellen White, precisamos entender o ambiente teológico em que ela vivia.
Tiago White Negava a Divindade de Cristo
Em 1852, Tiago White escreveu:
"Jesus Cristo ser o Deus verdadeiro e eterno é um absurdo trinitariano antigo."
Fonte: Tiago White, Review and Herald, 5 de agosto de 1869.
Em 1868, ele afirmou:
"Nem o Pai e o Filho são partes do Deus triuno. Eles são dois seres distintos, mas um no plano e outro na realização da Redenção."
Fonte: Tiago White, Life Incidents, Volume 1, 1868.
Contexto importante: Tiago White publicou essas afirmações antitrinitarianas muitos anos após o desapontamento de 1844 e com a organização da Igreja Adventista em pleno andamento. Mais grave ainda: a visão do livro "O Grande Conflito" é creditada pelos Adventistas como tendo acontecido em 1858, e Ellen White e seu suposto ministério profético estavam em pleno vapor.
Pergunta devastadora: Se Ellen White de fato se comunicava com Deus, Jesus Cristo e um anjo do céu, por que nenhum deles alertou Ellen White sobre as crenças heréticas de seu próprio marido?
Ellen White: Cristo Como Criatura Angelical Exaltada
A Visão Original no Livro "História da Redenção"
Logo no prefácio de História da Redenção, a igreja adventista afirma:
"Existem assuntos sobre os quais a senhora Ellen G. White, a mensageira escolhida por Deus para os crentes do Advento, recebeu iluminação nos primeiros dias, logo no início do seu trabalho."
Fonte: História da Redenção, prefácio.
A igreja continua: "Helen White afirmou que recebeu de Deus essa visão algumas vezes e que ele pediu a ela que a escrevesse. Portanto, de acordo com a igreja adventista, tudo que estiver dentro deste livro veio diretamente de Deus".
Capítulo 1: Lúcifer Como "Primeiro em Honra Depois de Cristo"
Ellen White escreveu:
"Lúcifer no céu, antes de sua rebelião, foi elevado e exaltado anjo, o primeiro em honra depois do Amado Filho de Deus."
Fonte: Ellen G. White, História da Redenção, capítulo 1.
Análise: Essa definição elimina o Espírito Santo da cena e dá a Lúcifer uma posição extremamente privilegiada e equiparada a Cristo.
Ela continuou:
"Seu semblante, como o dos outros anjos, era suave e exprimia felicidade. A testa era alta e larga, demonstrando grande inteligência. Sua forma era perfeita, o porte nobre e majestoso."
Fonte: Ellen G. White, História da Redenção, capítulo 1.
Contexto cultural: Durante o século XIX, período em que Ellen White escreveu, era muito comum e estava na moda considerar que pessoas com testas largas eram mais inteligentes. A frenologia — teoria pseudocientífica popular no século XIX — propunha que traços de personalidade, inteligência e habilidades mentais estavam localizados em áreas específicas do crânio.
Cristo Recebeu "Honra Especial" de Deus Pai
Ellen White introduziu Cristo na narrativa:
"Todavia, Cristo, o amado Filho de Deus, tinha preeminência sobre toda a hoste angelical. Ele era um com o Pai antes que os anjos fossem criados. Lúcifer invejou a Cristo e gradualmente pretendia o comando que pertencia a Cristo unicamente."
Fonte: Ellen G. White, História da Redenção, capítulo 1.
Análise crítica: Ellen White não disse que Cristo é Deus. Ela disse que Cristo tinha preeminência (destaque) e era "um com o Pai" — mas isso não significa divindade coigual, como veremos a seguir.
Deus "Decidiu" Conferir Honra a Cristo
Ellen White descreveu uma cena celestial pré-criação:
"O grande Criador convocou as hostes celestiais para, na presença de todos os anjos, conferir honra especial ao seu Filho."
Fonte: Ellen G. White, História da Redenção, p. 17.
Veja a heresia explícita:
"O Filho estava assentado no trono com o Pai, e a multidão celestial de santos anjos estava reunida ao redor deles. O Pai então fez saber que por sua própria decisão Cristo, seu Filho, devia ser considerado igual a ele, de modo que em qualquer lugar que estivesse presente seu Filho, isso valeria pela sua própria presença."
Fonte: Ellen G. White, História da Redenção, p. 17.
Análise devastadora: Ellen White afirmou que:
Cristo não possuía honra especial originalmente
Deus Pai decidiu dar a Cristo essa honra
Cristo devia ser considerado igual ao Pai — ou seja, não era igual, mas deveria ser tratado como igual
Ela continuou:
"A palavra do Filho devia ser obedecida tão prontamente quanto a palavra do Pai. Seu Filho foi por ele investido com autoridade para comandar as hostes celestiais. Especialmente devia seu Filho trabalhar em união com ele no projeto da criação da Terra e de cada ser vivente que deveria existir sobre ela. O Filho levaria a cabo sua vontade e seus propósitos, mas nada faria por si mesmo. A vontade do Pai seria realizada nele."
Fonte: Ellen G. White, História da Redenção, p. 17.
Resumo da heresia: Ellen White reduziu Jesus Cristo — o salvador do universo, Deus eterno — a:
Um ser menor que Deus
Um honrado líder angelical
Alguém que recebeu autoridade por ocasião especial
Alguém que não podia fazer nada por conta própria
A Cena Ridícula: Satanás Se Arrepende e Cristo Chora
Na página 23 de História da Redenção, Ellen White escreveu uma cena que destrói completamente a autoridade de Cristo:
"Satanás treme ao contemplar a sua obra. Ele está sozinho, meditando sobre o passado, o presente e o futuro de seus planos. Um anjo do céu está passando. Ele o chama e suplica uma entrevista com Cristo. Isto lhe é concedido. Então relata ao Filho de Deus que está arrependido de sua rebelião e deseja voltar ao favor divino. Está disposto a tomar o lugar que previamente Deus lhe designara e sujeitar-se ao seu sábio comando. Cristo chorou ante o infortúnio de Satanás, mas disse-lhe, com o pensamento de Deus, que ele jamais poderia ser recebido no céu."
Fonte: Ellen G. White, História da Redenção, p. 23.
Análise:
Ellen White criou um conto de fábulas completamente fictício
Satanás se arrepende do pecado
Jesus chora e se solidariza com Satanás frente a frente
Cristo não respondeu por conta própria — Deus Pai precisou assumir os lábios e a mente de Cristo para emitir o veredito
Conclusão: Cristo, para Ellen White, era:
Um ser menor que Deus
Um ser que Deus decidiu atribuir honra
Um ser comparável a um anjo líder das hostes
Um ser invejado por Lúcifer (porque ambos eram similares)
Um ser sem poder de decisão
Um ser com relação próxima como a de um irmão com Lúcifer, a ponto de chorar com o diabo
Tudo isso foi, segundo a Igreja Adventista do Sétimo Dia, enviado por Deus a uma visionária vitoriana do século XIX, considerada até hoje uma profetisa.
Ellen White Muda de Ideia: A Transição Forçada
As Contradições em "Patriarcas e Profetas" (1890)
Em 1890, Ellen White publicou Patriarcas e Profetas, onde ela tentou suavizar sua cristologia ariana — mas manteve a essência da heresia:
"Cristo, o Verbo, o unigênito de Deus, era um com o eterno Pai — um em natureza, caráter, propósito — o único ser que poderia penetrar em todos os conselhos e propósitos de Deus."
Fonte: Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 78, 1890.
Análise: Numa única frase, Ellen White fez duas afirmações contraditórias:
Cristo é "um com o Pai" em natureza, caráter e propósito
Cristo é "o único ser" que podia "penetrar" nos conselhos e propósitos de Deus
Pergunta: Se Cristo é Deus, por que ele precisaria "penetrar" nos pensamentos de Deus? Ellen White apresenta um Deus que consegue penetrar nos seus próprios pensamentos.
Ela continuou no mesmo livro:
"A exaltação do Filho de Deus, a igualdade com o Pai, foi representada como uma injustiça por Lúcifer, que alegava ter também o direito a reverência e a honra."
Fonte: Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 11, 1890.
Conclusão: Em 1890, Ellen White reafirmou que Deus havia dado a Jesus a igualdade e exaltação, confirmando automaticamente que essa exaltação atribuída a Cristo era algo inexistente ou desconhecido até para o próprio Lúcifer.
A Defesa Tardia: "Cristo Tem Natureza Superior à Angelical" (1896)
Quando as pessoas começaram a ler os livros com mais atenção e notar que Cristo ainda era um ser de segunda importância, Ellen White tentou se defender:
"O Redentor do mundo possuía uma natureza superior a angelical. No entanto, unidas à sua majestade divina estavam a mansidão e a humildade que atraíam a todos para si."
Fonte: Ellen G. White, The Review and Herald, 14 de abril de 1896.
Análise: A mudança é bastante direta e muito particular, porque ela mesma menciona um comparativo direto entre a natureza de Cristo e a natureza angelical. Ou seja: ela ainda não estava dizendo que Cristo é Deus eterno, mas apenas que ele tinha natureza superior aos anjos.
"O Desejado de Todas as Nações" (1898): O Livro Plagiado
Somente em 1898, após a morte de Tiago White, Ellen White finalmente publicou O Desejado de Todas as Nações, onde Cristo é apresentado claramente como Deus:
"A divindade de Cristo é a certeza de vida eterna para o crente."
Fonte: Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 461.
"Unicamente aquele que é um com Deus podia dizer: 'Tenho o poder para dar a vida e poder para tornar a tomá-la' (João 10:18). Em sua divindade, possuía Cristo poder de quebrar as algemas da morte."
Fonte: Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 690.
Mas há um problema devastador: O livro O Desejado de Todas as Nações foi plagiado em quase sua integralidade. Pesquisadores como Walter Rea, Arthur White, Freddy Vman, PD Steve Daley, Warren Cord e muitos outros confirmaram que o desejado de todas as nações é um compilado com fontes distantes das mãos e da mente de Ellen White.
Ironia: O livro que mais defende a divindade de Cristo — com mais de 88 referências a Cristo como Deus — não é de autoria de Ellen White. Ela plagiou escritores evangélicos ortodoxos para finalmente apresentar um Cristo bíblico.
A Contradição Devastadora no Mesmo Livro
Mas o diabo não deixaria Cristo imune mesmo em um livro plagiado. No mesmo Desejado de Todas as Nações, Ellen White escreveu:
Na página 690:
"Em sua divindade, possuía Cristo o poder de quebrar as algemas da morte."
Fonte: O Desejado de Todas as Nações, p. 690.
Mas nas páginas 662-663:
"Satanás torturava com cruéis tentações o coração de Jesus. O Salvador não podia enxergar para além dos portais do sepulcro. A esperança não lhe apresentava a saída da sepultura como vencedor, nem lhe falava da aceitação do sacrifício por parte do Pai. Temia que o pecado fosse tão ofensivo a Deus que sua separação houvesse de ser eterna."
Fonte: O Desejado de Todas as Nações, p. 662-663.
Análise final: No mesmo livro, dois Jesuses:
Página 690: Cristo possuía poder de quebrar as algemas da morte
Página 662: Cristo não tinha esperança de vencer a sepultura e temia separação eterna do Pai
Que Jesus Cristo é esse? Um Deus que veio ao mundo sem certeza de que voltaria, sem certeza de que cumpriria sua missão e sem certeza de que venceria o pecado.
A Comparação Ilustrativa: O Pai e Dois Filhos
Ellen White criou uma narrativa onde Lúcifer teve ciúmes de Jesus porque Deus deu honra especial a Cristo. Mas essa narrativa só faz sentido se Cristo e Lúcifer forem da mesma natureza.
Imagine um pai que tem dois filhos: Jonatas e Daniel. Se o pai chegasse e desse a Jonatas um presente caro fora de data especial — como um celular de última geração — Daniel ficaria com ciúmes. Por quê? Porque ambos são filhos, estão na mesma posição.
Mas se o mesmo pai desse à sua esposa um presente caro — como um carro novo — os dois meninos não ficariam com ciúmes. Eles diriam: "Que legal, pai! Um carro novo para a mamãe! Parabéns, mamãe!"
Por que não há ciúmes? Porque a mãe está numa posição completamente diferente da posição ocupada pelos dois garotos.
No mundo visionário de Ellen White:
Antes da mudança ariana: Deus deu um presente (honra) para um dos filhos (Jesus), e o outro (Lúcifer) entrou em crise
Após a pressão teológica: Ellen White tentou elevar Cristo ao lado do Pai, mas manteve a narrativa dos ciúmes de Lúcifer — o que só faz sentido se ambos forem criaturas similares
De Onde Ellen White Tirou Essa História?
Existem duas fontes prováveis (que podem ser conjuntas):
1. "O Paraíso Perdido" de John Milton (1667)
O Paraíso Perdido, de John Milton, é um clássico mundial que fazia parte das bibliotecas da maioria das pessoas no século XIX. John Milton criou uma ficção não inspirada de um conflito entre Satanás, Deus e o homem em formato de poemas.
Historiadores e pesquisadores concordam que O Grande Conflito, História da Redenção e O Desejado de Todas as Nações possuem a estrutura da história de John Milton.
Quando questionada sobre ter lido o livro de Milton, Ellen White negou:
"O pastor Andrews perguntou: 'Irmã White, você já leu O Paraíso Perdido de Milton?' Ela respondeu: 'Não'. 'Você leu alguma de suas escritas?' Novamente ela respondeu: 'Não'."
Fonte: Depoimento de W.C. White, filho de Ellen White.
Recomendação: Assista ao vídeo "Ellen White Plagiou John Milton e Eu Posso Provar — Uma Resposta a Michelson Borges" do canal React Adventista, o melhor vídeo na internet sobre os plágios e um comparativo direto entre Ellen White e John Milton.
2. A Teologia Mórmon
Joseph Smith e Ellen White tinham uma ligação familiar, e é sabido e notório que a própria Ellen White copiava e plagiava as profecias e visões do profeta mórmon.
Os mórmons também pregam:
Um conflito no céu entre Lúcifer e Jesus
Jesus e Lúcifer como irmãos espirituais
Deus Pai (Elohim) convocando um conselho celestial
Jesus sendo escolhido como salvador da Terra
Lúcifer se rebelando porque queria a mesma honra
Assista ao vídeo oficial das crenças mórmons dos anos 70-80 (citado no transcript) e compare com a narrativa adventista do "grande conflito".
Avaliação: Ortodoxia Tardia Construída Sobre Heresia Ariana
Nota: 7/10
Por que 7/10?
Porque o texto atual da Crença 4 está biblicamente correto e alinhado com a ortodoxia cristã histórica. A confissão de que Cristo é "Deus, o Filho Eterno" e "verdadeiramente Deus" é fiel ao Credo Niceno.
Por que não 10/10?
Por quatro razões devastadoras:
1. Ellen White Ensinou Arianismo Por Décadas
Durante pelo menos 40 anos (1858-1896), Ellen White ensinou explicitamente que:
Cristo não era Deus, mas uma criatura angelical exaltada
Cristo recebeu honra especial de Deus Pai em uma cerimônia celestial
Cristo não podia fazer nada por conta própria
Lúcifer tinha ciúmes de Cristo porque ambos eram seres similares
2. A Mudança Foi Forçada Por Pressão Externa
Ellen White só elevou Cristo à divindade após:
Críticas teológicas intensas
A morte de Tiago White (seu marido antitrinitariano)
Plágio de autores evangélicos ortodoxos
3. O Livro Que Mais Defende a Divindade de Cristo É Plagiado
O Desejado de Todas as Nações (1898) — o livro com mais de 88 referências a Cristo como Deus — não foi escrito por Ellen White. Foi plagiado de autores evangélicos.
4. Até Hoje a IASD Não Confessa a Heresia
A Igreja Adventista do Sétimo Dia:
Ainda publica História da Redenção com a narrativa ariana de Cristo
Nunca confessou publicamente que Ellen White estava errada sobre a natureza de Cristo
Mantém a Crença 18 afirmando que os escritos de Ellen White são "autoridade contínua"
Conclusão
A Crença 4 está correta em seu conteúdo atual, mas foi construída sobre uma fundação ariana herética. Ellen White ensinou por décadas que Cristo não era Deus, mas uma criatura angelical exaltada que recebeu honra especial do Pai.
Para adventistas que creem na divindade eterna de Cristo: vocês devem reconhecer que Ellen White estava fundamentalmente errada sobre a identidade de Cristo. Ela não pode ser profetisa.
Para adventistas que ainda seguem a visão ariana de Ellen White: vocês negam o Cristo bíblico e abraçam a heresia condenada em Niceia (325 d.C.).
Para cristãos ortodoxos: a IASD finalmente chegou à verdade bíblica sobre Cristo, mas levou mais de um século, plagiou autores evangélicos, e continua negando que a fundadora era uma herege ariana.
O adventismo não serve para ninguém.
Até o presente momento, nenhum pastor adventista do sétimo dia veio a público refutar as afirmações apresentadas por Ellen White sobre a identidade pré-criação do mundo de Jesus Cristo.
Artículos Relacionados
Ver todosReferencias Bibliográficas
MILTON, John (1667). O Paraíso Perdido.
WHITE, Tiago (1869). Review and Herald.
WHITE, Tiago (1868). Life Incidents, Volume 1.
WHITE, Ellen O Grande Conflito.
WHITE, Ellen G. História da Redenção.
WHITE, Ellen História da Redenção.
WHITE, Ellen G. História da Redenção, capítulo 1.
WHITE, Ellen G. (1890). Patriarcas e Profetas.
WHITE, Ellen G. (1896). The Review and Herald.
WHITE, Ellen G. (1898). O Desejado de Todas as Nações.
O Desejado de Todas as Nações.
WHITE, Ellen (1898). O Desejado de Todas as Nações.
WHITE, W.C. Depoimento de W.C. White, filho de Ellen White.
Ellen White Plagiou John Milton e Eu Posso Provar — Uma Resposta a Michelson Borges. React Adventista.
SMITH, Joseph profecias e visões do profeta mórmon.
vídeo oficial das crenças mórmons dos anos 70-80.
WHITE, Ellen afirmações apresentadas por Ellen White sobre a identidade pré-criação do mundo de Jesus Cristo.



