Análise crítica da história e teologia adventista.
A metáfora do "Ônibus da IASD" expõe a estrutura de poder e a dependência financeira dentro da organização, onde a manutenção do sistema é primordial. A funcionalidade do "ônibus" é garantida pela "fé sincera" dos membros, que o "empurram".
Desvende o erro adventista sobre a alma à luz de 1 Reis 17 e Gênesis 35. Análise bíblica profunda expõe incoerências. Descubra e reflita já
Entenda criticamente o que é a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Análise bíblica das doutrinas da IASD. Descubra verdades essenciais e reflita conosco.
Quando um adventista desperta para as inconsistências históricas e teológicas do movimento — as profecias fracassadas de 1844, a doutrina do juízo investigativo sem base exegética, as contradições documentadas nos escritos de Ellen G. White —, ele não enfrenta apenas uma crise intelectual. Enfrenta o colapso de um mundo inteiro.
A cerimônia de comissionamento de Guadalupe Montour como pastora adventista levanta questões sobre a posição oficial da denominação. Seu reconhecimento institucional como pastora associada contrasta com as restrições da ordenação feminina.
O artigo refuta a ideia de que o dízimo e a guarda do sábado são provas de fidelidade que condicionam a salvação, segundo a interpretação adventista de Habacuque 2:4. Questiona a transformação da fé em obras denominacionais.
O artigo revela como a Igreja Adventista do Sétimo Dia supostamente oculta sua identidade em eventos evangelísticos e publicações, utilizando figuras como "especialistas" em vez de ministros, e minimizando a autoria de Ellen G. White para atrair novos membros.
A doutrina adventista do sétimo dia sobre o Milênio, com santos no céu e Satanás na Terra desolada, diverge significativamente da visão bíblica de um reino terrestre com Cristo.
Circula nas redes sociais um vídeo de aparência inofensiva. Dois ou três comunicadores adventistas, em tom descontraído de reels, dirigem-se aos próprios correligionários com um recado: parem de envergonhar a igreja.
Uma ação coletiva movida em tribunal federal nos Estados Unidos colocou a Igreja Adventista do Sétimo Dia no centro de um dos maiores casos de fraude financeira envolvendo a comunidade haitiana-americana.
Há um momento, logo no início da palestra que o Dr. Alberto Timm — diretor associado do Ellen G. White Estate e do Biblical Research Institute da Conferência Geral — proferiu a futuros pastores adventistas, em que ele revela, sem querer, a tese inteira do que vem a seguir. Ele diz que foi "tentado a formular" uma pergunta à plateia de seminaristas: "Quantos de vocês pretendem apostatar?"
Quem assiste ao episódio esperando um único argumento decisivo sai frustrado — e quem o critica esperando derrubar um único pilar erra o alvo. A persuasão adventista, neste episódio como em geral, funciona por saturação: uma sucessão de afirmações curtas, ditas com calor pastoral, cada uma plausível isoladamente, que se acumulam até produzir no ouvinte a sensação de que "está tudo resolvido".