
Ellen White e o adventismo pioneiro ensinaram, na prática, “um Deus diferente”
Ellen White e o adventismo pioneiro ensinaram um Deus diferente do cristianismo histórico Confira a análise bíblica detalhada e questione o legado doutrinário
Ellen G. White e os pioneiros adventistas legaram à Igreja Adventista do Sétimo Dia uma visão de Deus e de Cristo que, por muitas décadas, esteve em conflito direto com a fé cristã histórica sobre a plena divindade do Filho e a doutrina da Trindade. Mesmo depois de a denominação adotar formalmente uma declaração trinitária, permanece um rastro profundo de cristologia subordinacionista herdado dos escritos de Ellen White, dos pioneiros e de produções posteriores como a Clear Word.
1. Pioneiros adventistas: uma base ariana
A própria pesquisa adventista reconhece que os fundadores eram, em larga medida, anti‑trinitarianos e próximos do arianismo clássico.
Joseph Bates e Tiago White vieram da Christian Connection, que rejeitava a doutrina da Trindade e não confessava Cristo como plenamente Deus, consubstancial ao Pai.
Outros líderes, como J. N. Loughborough, R. F. Cottrell, J. N. Andrews e Uriah Smith, igualmente se opuseram à Trindade e defenderam um Cristo subordinado.
O arianismo, em termos simples, sustenta que:
O Filho não é da mesma substância que o Pai,
Foi, de algum modo, “criado” ou “produzido” para servir como agente da criação,
É superior aos anjos, mas não é Deus em sentido pleno e eterno.
Durante cerca de meio século, essa foi, na prática, a posição predominante entre os adventistas sabatistas, e Ellen White se formou e escreveu nesse ambiente.
2. Ellen White e uma cristologia subordinacionista
2.1 Igualdade “conferida”, não inerente
Em Spirit of Prophecy (e depois em compilações como História da Redenção), Ellen White descreve uma assembleia celestial em que o Pai convoca os anjos para conferir honra especial ao Filho:
Deus “reúne o exército celestial” para, “na presença de todos os anjos”, honrar o Filho.
O Pai declara que está ordenado por Ele mesmo que Cristo “seja igual a Ele”, que o governo celestial “devolve‑se” a Cristo.
O vocabulário chave é revelador:
Autoridade que “devolve‑se” (é transferida / derivada).
Igualdade que é “ordenada” e “conferida” pelo Pai.
Isso sugere:
Não uma igualdade ontológica, de natureza (como na fórmula nicena: “Deus de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, consubstancial ao Pai”),
Mas uma igualdade funcional, de posição, recebida por decisão soberana do Pai.
Do ponto de vista da fé cristã histórica, isso é típico de subordinacionismo: o Filho é elevado, exaltado, mas não é intrinsecamente igual ao Pai em ser e eternidade.
2.2 Provérbios 8 como “origem” do Filho
Ellen White também aplica diretamente a Cristo o discurso da Sabedoria em Provérbios 8:
“O Senhor me possuiu no princípio do Seu caminho… desde a eternidade fui estabelecida… quando ainda não havia abismos, fui gerada.”
Historicamente, arianos clássicos usaram exatamente esse texto para alegar que:
O Filho teve um “começo”, ainda que pré‑temporal, sendo “gerado / produzido” pelo Pai.
A partir daí, Deus criou “através” dele o restante das coisas.
Quando uma autora professa tomar Provérbios 8 literalmente como descrição “biográfica” de Cristo pré‑existente, sem qualificar hermeneuticamente o caráter poético do texto, ela reforça a ideia de um Cristo inferior ontologicamente, com um “ponto de partida”.
3. Cristo como Miguel e “anjo”: um passo além
3.1 Identificação sistemática com Miguel, o Arcanjo
A literatura adventista — e a própria Ellen White — recorrentemente identificam Jesus com Miguel, o Arcanjo.
Comentários oficiais e o SDA Bible Commentary sustentam que Cristo é o arcanjo Miguel que desce em 1 Tessalonicenses 4:16 e lidera as hostes celestes em Apocalipse 12.
A Clear Word, paráfrase adventista da Bíblia, incorpora isso diretamente no “texto”: em 1 Ts 4:16, por exemplo, lê‑se que Cristo virá “como Miguel o Arcanjo”, e em Judas 9 Jesus é explicitamente chamado “Michael, o Arcanjo”.
Embora alguns teólogos ortodoxos usem a expressão “anjo do Senhor” como teofania do Verbo pré‑encarnado, a maneira adventista de fundir Cristo com o arcanjo Miguel, ao nível de identidade pessoal, o aproxima perigosamente da cristologia das Testemunhas de Jeová (onde Jesus é um ser angelical criado, exaltado, mas não plenamente Deus).
3.2 Declarações problemáticas sobre a natureza de Cristo
Além da identificação angélica, há declarações atribuídas a Ellen White onde:
Ela afirma que “o homem Cristo Jesus não era o Senhor Deus Todo‑Poderoso”, reforçando a ideia de distinção de categoria entre Cristo encarnado e a plenitude da Deidade.
Em relatos preservados por D. M. Canright, teria ensinado que nenhuma partícula do corpo terreno de Cristo foi levada ao céu, que Ele “deixou” o corpo ao ascender, recebendo um “novo corpo”, o que mina a doutrina da ressurreição corporal contínua de Jesus.
Somando:
Cristo = Miguel/arcanjo.
Cristo não é “o Senhor Deus Todo‑Poderoso”.
Corpo terreno supostamente abandonado na ascensão.
Forma‑se a imagem de um Cristo que:
Não é o Deus eterno, coeterno e consubstancial ao Pai em termos clássicos.
Não é plenamente identificado com o “homem Cristo Jesus” ressuscitado corporalmente, “em cujo corpo habita toda a plenitude da Divindade”.
Tende a ser visto como um grande ser celestial, superior aos anjos, mas não “Deus verdadeiro de Deus verdadeiro”.
4. A virada tardia: linguagem trinitária misturada com resquícios arianos
4.1 “Vida original, não derivada” e “Trio celestial”
A partir de 1890–1900, sob influência de teólogos como W. W. Prescott e do contato com literatura protestante ortodoxa, começam a aparecer, em escritos associados a Ellen White, afirmações como:
“Nele estava a vida, original, não emprestada, não derivada.”
“Antes que Abraão existisse, EU SOU.”
“Ele era igual a Deus, infinito e onipotente.”
“Há três pessoas vivas pertencentes ao trio celestial: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.”
Esses trechos são frequentemente citados hoje para mostrar que Ellen White “sempre” ensinou a plena divindade de Cristo e a Trindade.
Entretanto:
Pesquisas como as de Walter Rea indicam que capítulos como os de O Desejado de Todas as Nações foram fortemente editados por secretárias (Marian Davis, Fannie Bolton), que usavam obras de autores evangélicos (como Hanna, Edersheim, etc.) como material de base, incluindo suas formulações cristológicas e trinitárias.
Ao mesmo tempo em que essas expressões aparecem, Ellen White segue produzindo ou permitindo circular declarações onde Cristo é “feito igual”, é “anjo”, é Miguel, etc.
O resultado é uma cristologia de dupla camada:
Na superfície, principalmente em textos devocionais tardios, linguagem próxima da ortodoxia trinitária.
Nas camadas profundas, herdadas dos pioneiros, um Cristo subordinado e associado a Miguel.
4.2 A demora institucional em assumir a Trindade
Mesmo depois de O Desejado de Todas as Nações e dos manuscritos trinitários de 1897–1905, o adventismo:
Em 1915 ainda publicava Bible Readings for the Home sem uma definição clara de Trindade, falando de Cristo como detendo “deidade essencial” em termos de propriedade (proprietor dos anjos, dos santos), mais do que como Deus de mesma natureza.
Só em 1931 surge uma declaração de crenças com formulação trinitária mais estável, e mesmo assim sem retratação explícita do substrato ariano anterior.
Isso mostra que:
As declarações mais “ortodoxas” associadas a Ellen White não foram suficientes para purgar rapidamente o arianismo prático da denominação.
A igreja foi, por algum tempo, formalmente ambígua: afirmando certas frases trinitárias, mas mantendo documentos, livros e comentários com forte esquema subordinacionista.
5. A Clear Word e a consolidação de “outro Deus”
5.1 Uma paráfrase que dogmatiza leituras heterodoxas
A partir de 1994, a Clear Word Bible (hoje apenas The Clear Word) começa a ser promovida entre adventistas, trazendo:
Inserções explícitas de que Deus cria “através de Seu Filho”, enfraquecendo afirmações de que o Filho é o próprio YHWH Criador.
Acréscimos em textos como Gênesis 1 e 3: “Deus e Seu Filho…” “Nós vos demos…”, transformando toda a narrativa em diálogo Pai‑Filho, em vez de afirmar diretamente a divindade plena do Logos.
Identificações diretas de Cristo como o “poderoso anjo” de Apocalipse 10, como Miguel em 1 Tessalonicenses 4:16, Judas 9 e Apocalipse 12, e assim por diante.
Reformulações de textos cristológicos fortes (João 8:58; Colossenses 1; Hebreus 1; João 20:28; Tito 2:13; 2 Pedro 1:1), atenuando o impacto da identificação de Jesus como YHWH, Deus pleno.
Embora o prefácio admita ser uma paráfrase devocional, não tradução, na prática:
Muitos membros a usam como Bíblia principal para leitura e estudo.
Suas opções teológicas são recebidas como se fossem “o que a Bíblia realmente quer dizer”.
Isso cristaliza, em linguagem “bíblica”, um modelo de Cristo e de Deus que:
Confessa certos termos altos (“divino”, “Filho de Deus”),
Mas os esvazia de seu conteúdo clássico — resultando em um Cristo funcionalmente subordinado, mais próximo de uma criatura exaltada do que do Deus eterno.
6. Ellen White ensinou “um Deus diferente”?
Com base no conjunto:
Pioneiros adventistas, incluindo o círculo de Ellen White, eram anti‑trinitarianos e, em muitos casos, arianos confessos.
Durante décadas, Ellen White:
Falou de um Cristo cuja igualdade com o Pai é conferida, não inerente.
Usou Provérbios 8 de forma típica ariana.
Identificou Cristo com Miguel, o Arcanjo, e com “anjo poderoso” em várias visões.
Aceitou ou tolerou concepções problemáticas sobre a continuidade corporal de Cristo ressuscitado.
Somente tardiamente aparecem frases trinitárias fortes, muitas vezes mediadas por editores e moldadas por leituras evangélicas ortodoxas.
Mesmo após a adoção formal da Trindade em 1931, a igreja:
Não revisou nem retratou amplamente a herança ariana.
Publicou e promoveu uma “Bíblia” para‑fraseada que incorpora essa herança no texto.
Diante disso, é difícil escapar à conclusão de que:
Sim, Ellen White e o adventismo pioneiro ensinaram, na prática, “um Deus diferente” daquele confessado pela fé cristã histórica — um Deus em que o Filho não é claramente Deus verdadeiro, coeterno e consubstancial ao Pai, mas um ser exaltado, “feito” igual, identificado com Miguel.
A adesão posterior à linguagem trinitária não apagou esse legado, e a tentativa de conciliar ambos os discursos gera uma teologia internamente tensionada, em que a exaltação de Cristo convive com uma profunda suspeita contra a Trindade histórica.
Para qualquer adventista preocupado com fidelidade bíblica e continuidade com a igreja de todos os séculos, isso coloca uma escolha séria: ou se abraça, de fato, a plena cristologia bíblica e histórica — o Cristo que é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, eternamente Filho, não criatura, não arcanjo — ou se continua preso a um sistema em que o “Deus de Ellen White” permanece, na prática, normativo, mesmo quando contradiz o Deus revelado nas Escrituras e confessado pela igreja cristã ao longo dos séculos.
1. Pioneiros adventistas e antitrinitarismo
Pfandl, Gerhard. “The Doctrine of the Trinity Among Adventists.” Biblical Research Institute, General Conference of Seventh-day Adventists. (Documento que admite a oposição de Bates, Tiago White, Loughborough, Cottrell, Andrews, Smith à Trindade.)
Knight, George R. A Search for Identity: The Development of Seventh-day Adventist Beliefs. Hagerstown, MD: Review and Herald, 2000. (Discute a fase anti‑trinitariana dos pioneiros e a mudança gradual da cristologia adventista.)
2. Escritos de Ellen White sobre Cristo, Miguel e a “igualdade conferida”
White, Ellen G. Spirit of Prophecy, vol. 1. (Trechos iniciais descrevendo o Pai convocando o céu para “conferir honra especial” ao Filho e “ordenar” que Cristo seja igual a Ele.)
White, Ellen G. Spiritual Gifts, vol. 1. (Visões iniciais sobre o Céu, Satanás e Cristo; descrição de Satanás como anjo com forma “real”, e referências ao conflito com Cristo.)
White, Ellen G. The Desire of Ages. Mountain View, CA: Pacific Press. (Múltiplas referências a Cristo como Miguel / arcanjo em correlação com outros escritos; ligação com passagens como Daniel 10, 12 e Apocalipse 12, conforme tradição adventista.)
White, Ellen G. Prophets and Kings. (Identificação de Miguel com o grande Príncipe em Daniel e associação funcional de Cristo com figuras angélicas.)
White, Ellen G. Evangelism, pp. 614–615. (Citações sobre “três pessoas vivas do trio celestial” e “plenitude da Divindade”, usadas pelos adventistas para sustentar que ela posteriormente endossou a Trindade.)
White, Ellen G. The Desire of Ages, cap. “Tradition” (p. 204 em edições inglesas). (Passagem onde chama regulamentos sabáticos judaicos de “meaningless requirements” e “senseless restrictions”, citando como exemplo a proibição de acender fogo/vela no sábado.)
3. Documentos adventistas e comentários oficiais
Seventh-day Adventist Bible Commentary. Review and Herald Publishing Association. (Identificação de Cristo com Miguel o Arcanjo e com o “poderoso anjo” de textos como 1 Tessalonicenses 4:16 e Apocalipse 10, em notas de vol. 4 e vol. 7.)
Bible Readings for the Home Circle (edições de 1915). Review and Herald. (Linguagem sobre Cristo detendo “deidade essencial” em termos de “proprietorship”, sem uma formulação robusta de consubstancialidade; ausência de uma formulação trinitária plena na declaração de crenças da época.)
Atas da 1919 Bible Conference (Conferência Bíblica de 1919). (Registros dos debates internos adventistas sobre a plena divindade de Cristo e a natureza da Trindade; citações de W. W. Prescott admitindo que por muito tempo se cria que Cristo havia sido “criado”.)
4. A Clear Word (paráfrase adventista da Bíblia)
Blanco, Jack. The Clear Word Bible. Hagerstown, MD: Review and Herald, 1994. (Paráfrase que introduz acréscimos como: Cristo identificado com Miguel em 1 Ts 4:16 e Judas 9; “mighty angel” = “Lord Jesus” em Apocalipse 10; leituras enfraquecidas de João 8:58; Colossenses 1; Hebreus 1; João 20:28; Tito 2:13; 2 Pedro 1:1.)
Prefácio da Clear Word: declara abertamente que é uma paráfrase devocional, não uma tradução literal, destinada a “prover novas percepções” e “estimular fé”, não a estudo exegético profundo.
Streifling, Verle. “Deliberate Distortions in the SDA’s ‘Clear Word Bible’.” New Testament Christians / Searching the Scriptures. (Análise detalhada das alterações doutrinárias na Clear Word.)
5. Crítica histórica e testemunhos internos
Rea, Walter T. The White Lie. Turlock, CA: M & R Publications, 1982. (Documenta o uso extensivo de fontes protestantes por Marian Davis, Fannie Bolton e outras secretárias na composição de livros como The Desire of Ages, incluindo trechos cristológicos e trinitários.)
Canright, D. M. Life of Mrs. E. G. White: Her Claims Refuted. (Relata conversas e episódios em que Ellen White teria afirmado que Cristo deixou seu velho corpo na ascensão e recebeu outro, e discute a síntese que ela faz entre Cristo ressuscitado e o anjo Miguel.)
6. Fontes bíblicas-chave para o debate
João 1:1–3; Hebreus 1:10; Colossenses 1:15–20; Hebreus 1–2; João 8:58; Êxodo 3:14; João 20:28; Tito 2:13; 2 Pedro 1:1; Apocalipse 1; 8; 10; 12; 1 Tessalonicenses 4:16; Judas 9. (Textos usados tanto pela tradição cristã histórica para afirmar a plena divindade de Cristo, quanto reinterpretados ou parafraseados em materiais adventistas mencionados.)
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Referências Bibliográficas
PFANDL, Gerhard The Doctrine of the Trinity Among Adventists. Biblical Research Institute, General Conference of Seventh-day Adventists.
KNIGHT, George R. (2000). A Search for Identity: The Development of Seventh-day Adventist Beliefs. Review and Herald.
WHITE, Ellen G. Spirit of Prophecy.
WHITE, Ellen G. Spiritual Gifts.
WHITE, Ellen G. The Desire of Ages. Pacific Press.
WHITE, Ellen G. Prophets and Kings.
WHITE, Ellen G. Evangelism.
Seventh-day Adventist Bible Commentary. Review and Herald Publishing Association.
(1915). Bible Readings for the Home Circle. Review and Herald.
Atas da 1919 Bible Conference.
(1919). Atas da 1919 Bible Conference (Conferência Bíblica de 1919).
BLANCO, Jack (1994). The Clear Word Bible. Review and Herald.
Prefácio da Clear Word.
STREIFLING, Verle “Deliberate Distortions in the SDA’s ‘Clear Word Bible’.”. New Testament Christians / Searching the Scriptures.
REA, Walter T. (1982). The White Lie. M & R Publications.
CANRIGHT, D. M. Life of Mrs. E. G. White: Her Claims Refuted.
1 Tessalonicenses 4:16. Bíblia.
Apocalipse 12. Bíblia.
Judas 9. Bíblia.
Apocalipse 10. Bíblia.
João 8:58. Bíblia.
João 20:28. Bíblia.
Tito 2:13. Bíblia.
2 Pedro 1:1. Bíblia.
João 1:1–3. Bíblia.
Hebreus 1:10. Bíblia.
Colossenses 1:15–20. Bíblia.
Hebreus 1–2. Bíblia.
Êxodo 3:14. Bíblia.
Apocalipse 1. Bíblia.
Apocalipse 8. Bíblia.
WHITE, Ellen G. História da Redenção.
Provérbios 8. Bíblia.
WHITE, Ellen Provérbios 8.
SDA Bible Commentary.
1 Ts 4:16.
Gênesis 3. Bíblia.
O Desejado de Todas as Nações.
(1915). Bible Readings for the Home.
(1994). Clear Word Bible.
The Clear Word.
Gênesis 1. Bíblia.
Colossenses 1. Bíblia.
Hebreus 1. Bíblia.